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O mito do colesterol

Como? As gorduras saturadas e o colesterol fazem bem à saúde? É uma versão. Não oficial.

Por: Bárbara Bettencourt
03 Maio 2013, às 14:55

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Durante anos ouvimos que o colesterol é a encarnação do mal. Que em excesso entope as artérias e abre caminho aos enfartes do miocárdio e aos AVCs. Por causa dele passámos a olhar com horror para as alheiras, para as bifanas e para a manteiga. Os ovos passaram a merecer desconfiança. Não mais de um ou dois por semana disseram-nos repetidamente. Para manter o colesterol em níveis aceitáveis, milhões de pessoas tomam regularmente medicamentos conhecidos como estatinas. São os medicamentos mais vendidos em todo o mundo e Portugal não é exceção: em 2000 vendiam-se perto de um milhão e 500 mil embalagens. Em 2009 mais de cinco milhões e 400 mil, um aumento de mais de 200% lê-se numa tese de mestrado que fez a avaliação do consumo destas substâncias em Portugal.

Pois bem, todas estas ‘provações’ podem ser em vão. Pelo menos a crer nos ‘céticos do colesterol’, um grupo de médicos e investigadores empenhados em acabar com o que garantem ser a crença errada de que o colesterol faz mal à saúde. (ver entrevista). Existe, desde 2003, uma Liga internacional dos Céticos do Colesterol (www.thincs.org) com uma centena de membros das mais diversas especialidades médicas. São vistos como fanáticos ou adeptos de teorias da conspiração pelos médicos ‘ortodoxos’, mas a sua cruzada ganhou visibilidade nos últimos meses com a publicação em França do livro ‘La Verité sur le Cholestérol’, do médico Philippe Even, e, nos EUA, do livro ‘The Great Cholesterol Myth’, do cardiologista Stephen Sinatra e do nutricionista Jonny Bowden. O apoio mediático do médico Mehmet Oz que entrevistou os autores no seu programa de televisão visto por milhões voltou a criar um buzz à volta do tema. As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em todo o mundo. Em Portugal, segundo o INE, foram responsáveis por 31,9 por cento das mortes em 2009. Os fatores de risco incluem a hipertensão, obesidade, diabetes. E também o colesterol elevado, que os céticos querem reabilitar.

O que é o colesterol?

É um esterol, uma espécie de álcool, produzido pelo fígado, e que se encontra nas membranas celulares em todos os animais. Integra os tecidos do cérebro, coração, fígado e rins. É necessário para sintetizar a vitamina D, os ácidos biliares, que digerem as gorduras, e várias hormonas. O leite materno tem altos níveis de colesterol e sabe-se que deficiências no metabolismo do colesterol causam atraso mental. Como não é solúvel no sangue, o colesterol é transportado numa lipoproteína. Chamamos LDL, ou mau colesterol, à lipoproteína que transporta o colesterol do fígado, até aos tecidos e sangue e apelidamos de HDL , ou bom colesterol, à lipoproteína que traz o colesterol dos tecidos e artérias de volta para o fígado, onde é reciclado para ser usado novamente, explica Nina Planck no livro ‘Real Food - what to eat and why’.



O que dizem os céticos?

Um relatório da Escola de Saúde Pública de Harvard aponta o metabolismo, mais do que a dieta, como responsável pelos níveis de colesterol no sangue. Esta ideia reúne consenso na classe médica. Pedro Marques Silva, responsável da Consulta de Hipertensão Arterial e Dislipidemias do Hospital de Santa Marta, em Lisboa, confirma: “Se reduzíssemos o colesterol na dieta de tal maneira que a comida ficasse incomestível, ainda assim a taxa de colesterol que conseguíamos reduzir seria apenas de 20%”. É por isso que vegans e vegetarianos podem ter níveis de colesterol altos apesar de não comerem produtos animais. E é com este argumento que os céticos incentivam o regresso das gorduras saturadas (presentes em alimentos de origem animal como a manteiga e carne vermelha e também no óleo de coco) ao prato. Além de não influenciarem o colesterol no sangue, elas têm um papel importante na absorção do cálcio e manutenção da densidade óssea e são essenciais para o funcionamento do cérebro e do sistema nervoso, dizem.

Quer dizer que podemos ingerir colesterol à vontade? A nutricionista Ana Carvalhas não vai tão longe: “Uma pessoa magra, com colesterol total (CT) elevado, mas sem hipertensão ou diabetes, não tem risco cardiovascular, teoria defendida pelos céticos do colesterol, que eu partilho. Nestes casos, a alimentação não é um fator decisivo, nem vale a pena andar a fazer restrições radicais ou medicação. O problema é que na maioria dos casos, quem tem o CT aumentado tem também outros fatores de risco, como o excesso de peso, a hipertensão ou a diabetes. É o que chamamos de síndrome metabólica. Quando é assim, a alimentação é fundamental, porque o simples facto de perder peso ajuda muito. Tenho casos de pessoas que deixaram a medicação para a hipertensão e para o colesterol com base na reeducação alimentar e no exercício (uma caminhada diária de 60 minutos)”.

Ana Carvalhas também subscreve os céticos do colesterol na opinião de que os verdadeiros inimigos do coração são as gorduras hidrogenadas, ou trans, presentes nos alimentos processados para ajudar a prolongar o seu tempo de prateleira, e o açúcar. Até porque “a alimentação pode não influenciar o colesterol mas influencia o nível de triglicéridos, outro tipo de gordura do sangue, associada sobretudo ao consumo de açúcar simples e de hidratos de carbono, e que é consensualmente um fator de risco para as doenças cardiovasculares e diabetes”.

Não existe uma relação direta entre o colesterol no sangue e as doenças coronárias, dizem os céticos do colesterol. O francês Philippe Even, autor do livro ‘La Verité sur le Cholestérol’, enfatiza que analisou mais de 800 publicações científicas, em particular oito estudos epidemiológicos, dez meta-análises e 46 ensaios clínicos concluindo que não é verdade que a responsabilidade do colesterol esteja apoiada em provas sólidas e largamente aceites ou que numerosos estudos tenham mostrado uma relação direta entre o colesterol e a mortalidade cardíaca. O cardiologista norte-americano Jonny Bowden, autor do livro ‘The Great Cholesterol Myth’, subscreve. “Durante 43 anos fiz prática clínica com base nos dados convencionais, mas a certa altura dei-me conta que se metade das pessoas com colesterol alto tinha doenças cardíacas e outra metade não, alguma coisa estava errada na associação de causa-efeito do colesterol às doenças cardíacas”, explicou o cardiologista, no programa te TV do Dr. Oz.

Para os céticos do colesterol, a presença de colesterol nas artérias de doentes coronários decorre muitas vezes de uma função pouco conhecida do próprio colesterol: a de molécula reparadora. “Na verdade, ele tem uma função é protetora. Quando as artérias estão danificadas o colesterol LDL viaja até ao local do acidente e ajuda a repará-las. Culpar o colesterol é como culpar os bombeiros de atearem fogos”.

Em Portugal não é fácil encontrar quem subscreva estas ideias. Pedro Marques Silva, do Hospital de Santa Marta chama-lhes teorias da conspiração e enfatiza a correlação entre o colesterol e as doenças coronárias: “Nem todos os eventos cardiovasculares têm relação direta com o colesterol, há outros fatores de risco mas pessoas com colesterol alto têm uma probabilidade de ter um evento cardiovascular muito maior do que as que não têm. Ainda assim, admite que, as teorias possam vir a ser revistas: “Claro que as teorias são revistas. Quando eu me formei não se falava praticamente do colesterol e ainda há pouco tempo veio um artigo discutir o papel da obesidade como fator de risco tão prevalente e até foi admitido que um certo valor de gordurinha seria benéfico”.

A nutricionista Ana Carvalhas assume que os mecanismos fisiológicos implicados na regulação do colesterol sanguíneo são complexos e atualmente ainda se dominam pouco. “Falta provar com consistência a hipótese lipídica, até hoje a mais aceite, que considera o elevado consumo de gorduras saturadas e os elevados níveis de LDL-colesterol como as causas mais importantes da aterosclerose e da doença coronária. Estou atenta à discussão entre os intervenientes das duas fações, mas para mim faz cada vez mais sentido a teoria defendida pelos céticos do colesterol”.

Recomendações oficiais para o colesterol

- 190mg/dl no máximo para o colesterol total

- 115mg/dl no máximo para o colesterol LDL (mau).

- Acima de 35mg/dl para o colesterol HDL (bom)



Combater a inflamação

As doenças cardíacas eram raras até 1900. Hoje são a principal causa de morte no Ocidente. Para os céticos do colesterol a explicação está na alimentação que passou a ser cada vez mais processada. Açúcar e gorduras trans provocam um processo inflamatório que está na origem do entupimento das artérias, defende o cardiologista Jonny Bowden. “Temos usado os números do colesterol para aferir o risco cardíaco e medicamentos como as estatinas como se nos ajudassem a viver mais. As estatinas são medicamentos anti-inflamatórios, que por acaso também baixam o colesterol, só que o colesterol não é a causa, apenas um sintoma, e as estatinas têm muitos efeitos secundários. Dos estudos que analisei, as estatinas funcionam bem apenas numa população: homens de meia-idade com historial de doença coronária, preferencialmente com baixo HDL colesterol. Para a generalidade da população, especialmente mulheres, idosos e crianças, elas não devem ser prescritas. O ensaio clínico Womens’s health initiative mostrou que 48% das mulheres em menopausa que tomaram estatinas ficaram com diabetes. Quanto às crianças, convém lembrar que o seu cérebro não está completamente desenvolvido até aos 25 anos e que precisamos de colesterol para a memória e para sintetizar as hormonas sexuais. A melhor prevenção para as doenças corronárias é baixar a inflamação através da dieta (comendo alimentos ricos em ácidos ómega 3, vitamina B6, acido fólico e vitamina b12) baixar o stress, apanhar sol e fazer exercício”.

Uma questão de tamanho

Durante anos também ouvimos falar do mau (LDL) e do bom colesterol (HDL), o primeiro sendo o mais perigoso. Mas há vários tipos de moléculas de LDL e neste caso o tamanho importa. O cirurgião cardiotorácico Mehmet Oz, explica que apenas as partículas pequenas e densas de LDL podem ser um problema, já que, na tentativa de reparar os danos nas artérias, conseguem aglomerar-se junto a pequenas lesões das artérias e causar inflamação. A subida dos níveis destas moléculas mais pequenas de LDL parece estar associada a dietas com altos teores de hidratos de carbono e pobres em gorduras. Ou seja, mesmo dando importância aos níveis de colesterol LDL, é possível reabilitar as gorduras saturadas, o que parece reabilitar a célebre dieta Atkins assim como a tão falada dieta Paleolítica, ambas ricas em proteínas e gorduras e pobres em hidratos de carbono. “A gordura saturada é saudável se consumirmos poucos hidratos de carbono, já que aumenta o colesterol bom e o LDL de partículas grandes, e baixa os triglicéridos. Além disso, a gordura saturada, tem um efeito saciante e ajuda a manter os níveis de glicemia estáveis.

Os ovos

Durante anos, ouvimos que mais do que um a dois ovos por semana era mais do que suficiente. Uma única unidade contém cerca de 213 mg, mais do que os 190mg/dl recomendados. Alguns estudos e muita pressão dos produtores vieram no entanto reabilitar os ovos para a dieta. Uma pequisa da Escola de saúde Pública de Harvard confirmou que comer um ovo por dia não aumenta o risco de ataque cardíaco ou derrame.

“47% das mortes na Europa devem-se às doenças cardiovasculares. Elas causam causam a morte de 4 milhões de pessoas por ano na Europa segundo a European Heart Network".

Numa análise da IMS Health feita por valor, em 2011, os medicamentos mais vendidos em Portugal, foram reguladores do colesterol.

Fonte: Bárbara Bettencourt /  Beleza,saúde e moda com 

styllo

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Colesterol alto: risco para a saúde?



Depois de anos a sermos bombardeados com informações acerca dos malefícios do colesterol alto, eis que surgem estudos a dizer que afinal ele pode não ser tão mau como pensávamos, e até ter efeitos benéficos na saúde.

Por: 
Por: Por Bárbara Bettencourt
Colesterol alto: risco para a saúde?

Sempre ouvimos dizer que o colesterol alto é o inimigo número um das doenças coronárias e que a alimentação é a principal responsável pela subida dos seus níveis no sangue. Manteiga, ovos e carnes vermelhas há muito que estão na lista negra dos alimentos para quem procura controlar o colesterol, mas será assim tão simples? Ao contrário do que se poderia pensar, a ideia de que os altos níveis de colesterol fazem mal à saúde não é unânime. À frente da cruzada pela reabilitação do colesterol está a Rede Internacional de Cépticos do Colesterol (www.thincs.org), liderada pelo médico dinamarquês Uffe Ravnskov, e que junta 81 especialistas de todo o mundo. A tese destes investigadores é a de que, por um lado, as gorduras saturadas dos alimentos de origem animal não são responsáveis pelo aumento do colesterol no sangue, e, por outro, que não existe uma relação directa entre o colesterol alto e as doenças coronárias, como nos têm dito até à exaustão.

UM OVO E BASTA

A Sociedade Portuguesa de Cardiologia recomenda actualmente um nível de colesterol total no sangue inferior a 190mg/l, considerando que acima de 240mg/l existe um risco elevado de doença coronária. Também se diferenciam os níveis de HDL, chamado de 'bom colesterol', e de LDL, apelidado de 'mau colesterol', recomendando-se níveis do primeiro superiores a 35mg/l e do segundo inferiores a 150mg/l.

Com estes limites, comer um ovo é o suficiente para ficar 'atestada' de colesterol, razão pela qual nos habituámos a ouvir que não deveríamos ultrapassar os dois ovos por semana. Será mesmo assim? "A teoria actual baseia-se na chamada Hipótese Lipídica, que considera o elevado consumo de gorduras saturadas a causa mais importante da aterosclerose e da doença coronária. Mas é um facto que falta provar com consistência esta hipótese", defende a nutricionista Ana Carvalhas.

O QUE DIZEM OS CÉPTICOS

A jornalista Nina Planck segue o rasto dos cépticos do colesterol no livro 'Real Food' e procura desmontar o que garante serem os mitos do colesterol.

MITO

As gorduras saturadas aumentam o colesterol no sangue.

Resposta dos cépticos

A crer nalguns estudos, o nível de colesterol que ingerimos na comida pode não ter ligação directa com o colesterol sanguíneo. As pessoas com historial familiar de colesterol alto talvez já desconfiassem disto, mas começam a surgir investigações que o apoiam e outras a pôr em causa a forma como foram feitos os estudos que permitiram chegar à Hipótese Lipídica. Um relatório da Escola de Saúde Pública de Harvard, por exemplo, aponta o metabolismo, mais do que a dieta, como responsável pelos níveis de colesterol no sangue. É um facto que vegans e vegetarianos podem ter níveis de colesterol altos apesar de não comerem produtos animais, e pessoas que comem alimentos ricos em colesterol não têm forçosamente níveis altos, nem sequer taxas mais elevadas de doença coronária.



Quererá isto dizer que podemos ingerir colesterol à vontade? Ana Carvalhas não vai tão longe: "Em algumas pessoas, os níveis de colesterol são o reflexo directo dos excessos alimentares, pelo que a dieta é decisiva. Noutras, esses níveis resultam do colesterol produzido pelo fígado (independentemente da dieta). Quando é assim, cabe ao médico avaliar a existência de outros factores de risco cardiovascular e a necessidade ou não de medicação." Por exemplo: "Uma pessoa magra, com colesterol total (CT) elevado, mas sem hipertensão ou diabetes, não tem risco cardiovascular, uma teoria defendida pelos cépticos do colesterol, que eu partilho. Neste caso, a alimentação não é um factor decisivo, nem vale a pena andar a fazer restrições radicais ou a fazer medicação."

Só que na maioria dos casos, quem tem o CT aumentado tem também outros factores de risco, como o excesso de peso, a hipertensão ou a diabetes. "É o que chamamos de síndroma metabólica. Quando é assim, a alimentação é fundamental, porque o simples facto de perder peso faz baixar o colesterol e a tensão arterial. Tenho casos de pessoas que já deixaram a medicação quer para a hipertensão quer para o colesterol com base na reeducação alimentar e no exercício (uma caminhada diária de 60 minutos). É esta a chave do sucesso."

Na opinião de Ana Carvalhas, os defensores da Hipótese Lipídica preocupam-se demasiado com as gorduras saturadas. "Muito pior é o abuso de alimentos processados cheios de gordura hidrogenada, açúcar e farinhas refinadas que, além de serem nutricionalmente pobres, têm um índice glicémico altíssimo, não saciam e são hipercalóricos. É isto que dizem os cépticos, e eu estou 100% de acordo."

MITO

O colesterol alto causa doenças coronárias. Isto porque se observaram altos níveis de 'mau' colesterol (LDL) nas artérias

de pessoas com doenças coronárias.

Resposta dos cépticos

Não há dados que mostrem que os doentes cardíacos que entram nos hospitais apresentam níveis de colesterol total elevados, nem sequer níveis elevados de LDL e baixos de HDL, como seria de esperar se a doença cardiovascular resultasse de uma acumulação de lípidos/colesterol nas artérias.

Por outro lado, a presença de colesterol nas artérias de doentes coronários decorre muitas vezes de uma função pouco conhecida do próprio colesterol: a de molécula reparadora. "Quando as artérias são danificadas, o colesterol LDL viaja até ao local do acidente e ajuda a repará-las. Nestes casos, ele não é a causa das doenças coronárias, apenas um sintoma", escreve Nina Planck. Também o relatório da Escola de Saúde Pública de Harvard afirma que não há provas suficientes de que dietas com baixos níveis de gorduras previnam as doenças coronárias (excepto as gorduras trans).

Luís Negrão, médico da Fundação Portuguesa de Cardiologia, lembra que a medicina não é uma ciência exacta, mas acredita que os estudos que associam o colesterol alto ao enfarte do miocárdio são credíveis. "Claro que há outras variáveis, mas até surgirem estudos mais consistentes nesta matéria, continuaremos a recomendar os níveis actuais." Mesmo apesar de admitir um "interesse das farmacêuticas que comercializam os medicamentos para o colesterol em manter os níveis recomendados o mais baixo possível. Para que as pessoas comecem a tomá--los o mais cedo possível"...

Fonte : Bárbara Bettencourt / Beleza,saúde e moda com styllo

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Vegetarianos vivem mais tempo, diz estudo!


Um estudo britânico afirma que as pessoas com uma alimentação vegetariana têm menos problemas de saúde

Por: Sofia Anunciação






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Elaborado pela epidemiologista britânica, Francesca Crowe, o estudo publicado no 'American Journal of Clinical Nutrition' afirma que as pessoas que têm uma alimentação vegetariana têm uma menor taxa de mortalidade.

O facto de não comerem carne faz com que não tenham um nível de colesterol tão alto e tenham uma tensão arterial mais baixa, o que é bastante importante para a saúde do coração.

A investigadora adianta no site Bloomberg: ‘a alimentação é um fator determinante na saúde do coração.’

Recorde-se que as doenças cardíacas são a maior causa de morte atual.



Fonte : Sofia Anunciação /  Beleza,saúde e moda com styllo

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10 maneiras de apanhar gripe



Por: Activa.pt
28 Janeiro 2013, às 16:06

1 – Não beba líquidos

O sistema imunitário não funciona corretamente se estiver desidratado. Beba água, coma sopa e não dispense o chá das cinco (isto se quiser ficar longe da gripe, claro).

2 – Ponha-se a jeito

Apanhe todas as correntes de ar que conseguir: as diferenças bruscas de temperatura afetam o sistema imunitário.

3 – Deixe o casaco em casa

Ponha a vaidade acima da razão e troque aquele casacão grosso pelo casaco fininho e fashion. Se for decotado então, melhor. Em dois dias, é gripe na certa.

4 – Apanhe frio no pescoço

Para continuar no tópico do frio, o vento apanhado no pescoço, principalmente na zona abaixo das orelhas, é, segundo a acupuntura, especialmente ideal para se apanhar gripe. Peito a descoberto também costuma ser tiro e queda.

5 – Não lave as mãos

Para quê desperdiçar a forma mais tradicional e comprovada de se apanhar vírus...

6 – Deite-se tarde

Estamos num país de engripados também porque estamos num país de gente que acredita que tempo gasto a dormir é tempo desperdiçado. Problema: sem um número decente de horas de sono, o sistema imunitário enfraquece.

7 – Fique bem longe da vitamina C

A vitamina C é das maiores defensoras do sistema imunitário, por isso se quer apanhar gripe, fique bem longe de laranjas, kiwis e bróculos. Escusado será dizer que não deve chegar nem perto de suplementos (nem pense em tomar 500 mg duas vezes por dia).

8 – E da vitamina D

É outro protetor do organismo, e reforça, repitam lá, o sistema imunitário.

9 – Feche-se em casa

Não apanhe sol nem ar puro, feche bem as portas e janelas para não deixar entrar nem uma aragenzinha, e ligue o ar condicionado no máximo. O ar seco e quente facilita a propagação de vírus.

10 – Junte-se aos doentes

Engripados deste mundo, uni-vos! Quando vir alguém espirrar, chegue-se bem perto! Dê-lhes abraços apertados, beije-os na boca, fique mesmo mesmo juntinho. É tão romântico apanhar gripe a dois!
Fonte : Active.pt / Beleza,saúde e moda com styllo

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Mulheres com mais de 50 anos são mais felizes que as de 20 Seguras, bonitas e sexy: as mulheres com mais de 50 anos estão mais bonitas do que nunca. Ler mais: http://activa.sapo.pt/vida/sociedade/2013/03/14/mulheres-com-mais-de-50-anos-sao-mais-felizes-que-as-de-20#ixzz2Sv6qEjAz



Seguras, bonitas e sexy: as mulheres com mais de 50 anos estão mais bonitas do que nunca.


                                                                                                                                                                                                                         A marca Playtex fez uma sondagem com 1500 mulheres britânicas entre os 20 e os 65 anos, e concluiu que as mulheres com mais de 50 anos eram as mais confiantes, ativas e felizes: pelo menos na opinião das próprias.
O inquérito descobriu que uma em cinco mulheres com mais de 50 tinha sexo uma vez por semana, a mesma percentagem que as mulheres de 20 anos. Para encontrarem parceiro, 11% das mulheres com mais de 50 recorrem a sites, quase a mesma percentagem (15%) das mulheres de 20.
Do lado sentimental, as coisas correm bem pelo menos para metade: 47% das mulheres numa relação estável afirmaram que a relação estava longe de estagnada, e que ainda se sentiam atraídas pelo homem com quem estavam. E metade delas afirmou mesmo que ainda se diverte a escolher lingerie sexy.
As mais velhas são também mais ativas que as mais novas: quase metade afirmaram que tinham iniciado um novo desporto (a maioria escolheu uma nova modalidade, a zumba), e que planeavam experimentar qualquer coisa nova no próximo ano (contra apenas 16% das ‘miúdas’).
Conclusão: as mulheres de 50 foram as que quebraram mais radicalmente com a tradição. 93% afirmam que romperam com os valores e tradições das mães, e que se identificam muito mais com a geração das filhas.
E uma dica para os criadores de moda: 50% das mulheres de 50 afirmam que as marcas e as lojas de roupa não as compreendem e criam roupa a pensar numa mulher que já não existe...
Fonte : vida activa / Beleza,saúde e moda com styllo

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COLEÇÃO RAMARIM 2013 OUTONO INVERNO – TENDÊNCIAS E FOTOS


COLEÇÃO  RAMARIM 2013  - Que mulher nunca desejou ter um sapato Ramarim? Com certeza muitasdesejaram e ainda desejam. A marca é muito vendida em todo o Brasil pela sua qualidade e com o preço acessível.
A sua nova coleção de outono- inverno 2013 traz modelos surpreendentes, com muitos estilos, e sofisticados.
ramarim
As tendências que inspirarão a nova coleção são bem legais, diferentes e criativas. Confiram logo abaixo quais são: 
dark

SOPHISTICATED DARK: Esse estilo é diferente com cores fechadas como o vermelho o roxo e o marrom que levemente se misturam ao preto.
LUXO
EXPRESSO CHIC: Puro luxo e glamour essa tendência foi inspirada no oriente com muito bordado, metalizado e texturas, tudo para garantir que você brilhe com elegância.
minimal
Minimal 60′s  Essa tendência traz peças mais alegres, um inverno mais colorido com cores e estampas marcantes, com muitas flores, desenhos geométricos e decorativos.
Não deixem de escolher o seu estilo preferido e corra até uma das lojas mais próxima de você e garanta o seu par, com certeza irá arrasar nesse inverno.
Descrição: http://novomundoweb.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wpgallery/img/t.gifPara mais informações sobre a coleção ou saber onde tem uma loja mais próxima de você acesse o site: http://www.ramarim.com.br
Veja abaixo algumas fotos de modelos disponíveis:
Descrição: http://novomundoweb.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wpgallery/img/t.gif


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COLEÇÃO PICCADILLY 2013 OUTONO INVERNO – TENDÊNCIAS


COLEÇÃO PICCADILLY 2013 OUTONO INVERNO – TENDÊNCIAS


COLEÇÃO  PICCADILLY  2013 - A Piccadilly é uma marca muito conhecida e vendida no Brasil, os seus produtos dão total segurança e conforto para seus clientes, a marca busca estar sempre inovando trazendo novidades das tendências da moda.
PICCADILLY
A coleção de outono inverno 2013 vem cheia de surpresas, com muito luxo, conforto, sofisticação, e com todos os estilos.
Se você é uma mulher fashion você vai adorar a tendência com inspiração barroca, com muito veludo ecores.
01
As botas estão sempre em alta no inverno, cano alto, curto ou médio, elas aprecem em cores diferenciadas e o estilo se inspira na tendência militar e western, que promete ser um sucesso.
02
O dourado veio com tudo para esse inverno, trazendo muito luxo,os modelos trazem o glitter, biqueiras e fivelas metalizadas. Os modelos são inspirados no futurismo com muito brilho.
03
Os spikes e tachas também vem com todo estilo, com mais glamour, os apliques usados por punk já tomou o seu espaço no inverno 2013.
05
O verniz volta com tudo para o inverno e  ganha destaque em botas,  abotinados, e sapatos.
04
Como vocês puderam conferir tem calçados para todos os gostos e estilos, não deixem de ficar por dentro da moda, corra e adiquira o seus Piccadilly.
A piccadilly  está com uma promoção imperdível que te dá a chance de ganhar 50 pares de sapatosclique aqui e saiba mais.
 Fonte : coleção piccadilly 2013/ Beleza,saúde e moda com styllo

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