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Oito lições da dieta do suco verde para perder peso


Bebida desintoxicante tem alta concentração de fibras e nutrientes

POR NATHALIE AYRES - PUBLICADO EM 14/05/2013
A dieta do suco verde é a nova sensação do momento, caiu tanto na boca do povo quanto no copo das famosas. Mas o que não falta são manuais de como fazê-la. Tem gente que a troca por uma refeição, outros a substituem por várias. "Tecnicamente não existe uma 'dieta do suco verde', apenas a adoção dessa bebida para a alimentação", explica a nutricionista funcional e clínica Roseli Rossi.

A promessa de emagrecimento é de até 5 kgs por mês, caso o suco sacrifique uma das grandes refeições do dia (café da manhã, almoço ou jantar). Mas sair por aí trocando o almoço ou jantar pelo suco e mexer como bem quiser no próprio cardápio pode trazer prejuízo à saúde. "Em longo prazo, ao fazer a dieta sem acompanhamento, a tendência é caminhar para uma perda balanço nutricional", pondera Roberto Navarro, nutrólogo e membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

O suco tem entre seus ingredientes básicos couve, aipo, pepino e espinafre, e é sempre adicionado de uma fruta. Ele pode levar também algum grão funcional e o líquido usado para sua diluição também é variado, como chás, sucos, água ou água de coco. Os maiores trunfos da bebida para ajudar no emagrecimento são o seu efeito desintoxicante, a união entre consumo de fibras e hidratação e o coquetel de nutrientes proporcionado pelo mix de frutas e vegetais das receitas. De acordo com Roseli, a fórmula depende muito da intenção e das necessidades de cada um.

"É possível perder peso de forma gradual e segura com o suco verde, aliando a bebida à uma dieta equilibrada", aponta a nutricionista. Conversamos com os especialistas para entender melhor de que forma adicionar essa o suco verde ao dia a dia pode ser saudável, e aprendemos que quando feita da forma certa, essa dieta pode trazer vários benefícios. Confira as maiores lições e também a forma certa de inserir o suco verde no dia a dia sem desvantagens para a saúde: 
  • Vegetais - Foto: Getty Images
  • Suco verde desintoxicante - Foto: Getty Images
  • Beber água é importante - Foto: Getty Images
  • Nutrientes - Foto: Getty Images
  • Alimentação balanceada - Foto: Getty Images
  • Nutricionista - Foto: Getty Images
  • Comendo em excesso - Foto: Getty Images
  • Importância de mastigar - Foto: Getty Images
 
 
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Vegetais - Foto: Getty Images

Incluir mais vegetais na dieta

De acordo com a pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) feita em 2011 pelo Ministério da Saúde, cerca de 20% da população brasileira consome a quantidade de frutas e vegetais recomendada pela Organização Mundial de Saúde, que é de 400 gramas por dia. O resto todo consome menos do que isso.

Por isso mesmo, os especialistas consideram a adoção do suco verde uma boa pedida. "Para quem não come nada de verduras, mas decide ingerir esse suco, a ideia da dieta acaba sendo muito bem-vinda. Ele equivale a uma porção de fruta e uma porção de verdura, e o indicado é no máximo cinco das primeiras e no mínimo quatro das últimas ao dia", ensina Roberto Navarro, nutrólogo e membro da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Ele acaba sendo mais bem aceito do que as saladas, justamente por camuflar o sabor de itens como a couve, mas não pode ser a única hora em que você vai consumir vegetais durante o dia. "O uso da fruta mascara gostos nem sempre tão bem aceitos, por isso tem gente que só consegue comer esses itens com essa apresentação", explica a nutricionista clínica e funcional Roseli Rossi. Confira sete receitas de suco verde.
Suco verde desintoxicante - Foto: Getty Images

Desintoxicar nosso organismo

Outra característica que todos os ingredientes desse suco têm em comum é a propriedade de desintoxicar nosso organismo. Esse processo é feito no fígado, e alguns nutrientes ajudam a fazer com que ele ocorra. "É o caso dos compostos cidrilicos, presentes na couve e no espinafre, mas também em alimentos como alho e cebola", conta Navarro.

Porém, não podemos confundir a dieta do suco verde com a dieta desintoxicante, também conhecida como a dieta detox. "Na última, há uma série de outros alimentos, como a preferência por apenas proteínas magras, no caso as carnes brancas, por exemplo", assinala a nutricionista Roseli Rossi. Porém, o suco poderia fazer parte dessa dieta e, muitas vezes, a bebida é incluída no cardápio da detox.
Beber água é importante - Foto: Getty Images

Aliar fibras e líquidos

Uma das maiores vantagens do suco é aumentar a quantidade de fibras da alimentação, já que esses vegetais as têm em grandes quantidades. A presença dessas substâncias colabora para o trânsito intestinal, ajuda a tornar mais lenta a digestão do colesterol e da glicose, evitando seus picos no sangue, entre diversos outros benefícios. Mas todos esses efeitos só dão certo com o consumo proporcional de água, outra vantagem do suco. Afinal, além de ter algum líquido para dar a consistência de suco ao alimento, os próprios ingredientes tem um bom teor de água. Mas atenção: "o suco não pode ser coado, pois o processo retém todas as fibras", alerta Navarro. 
Nutrientes - Foto: Getty Images

Alimentar-se levando em conta os nutrientes

No caso do suco verde, seus alimentos base contêm diversos nutrientes muito importantes para o organismo. "Eles são ricos em ácido fólico, em magnésio, ferro e vitamina C. O aipo tem potássio e vitamina K. Já o gengibre tem efeito termogênico, que pode facilitar emagrecimento. E os vegetais verdes escuros têm dois antioxidantes importantes, zeaxantina e luteína, que protegem a saúde ocular" enumera o nutrólogo Navarro.

A clorofila, muito presente nos alimentos de origem vegetal, também faz bem ao nosso organismo. "Ela faz com que haja desintoxicação e alcaliniza o sangue. Quando o corpo está muito ácido, ele fica mais propenso ao aparecimento de doenças. Sua função antioxidante elimina os radicais livres advindos do estresse e da má alimentação", ensina a nutricionista Roseli. Confira sete receitas de suco verde. 
Alimentação balanceada - Foto: Getty Images

Levar uma alimentação mais regrada

Agora, um ponto mais do que fundamental se a ideia é perder peso. Sozinho, o suco não faz milagres. Levar uma alimentação desregrada, como o consumo de gordura saturada e açúcar em excesso, aliada ao suco não trará os resultados esperados, principalmente se o objetivo principal for emagrecer. "Pode haver uma melhora em qualidade de vida, pois a pessoa passa a ingerir pelo menos um pouco mais de frutas e vegetais. Porém, não haverá tanto emagrecimento se os hábitos alimentares como um todo não forem revistos", pondera Roseli. A importância de repor nas outras refeições os nutrientes não ingeridos através do suco se dá devido ao perigo de uma perda no balanço nutricional. "Se o suco substitui café da manhã, almoço ou jantar vai haver uma carência de alguns nutrientes, que pode ocasionar diversos problemas de saúde", assinala Navarro.
Nutricionista - Foto: Getty Images

Ter acompanhamento especializado

A base da dieta é a substituição de uma refeição pela bebida. Enquanto alguns podem torcer o nariz para esse tipo de prática, saiba que ela tem o aval de nossos especialistas. "De uns anos para cá estudos vem demonstrando que isso pode ser feito, desde que apenas uma refeição seja substituída e as outras sejam extremamente equilibradas em nutrientes e grupos alimentares", expõe o nutrólogo Navarro. Por isso mesmo, é preciso e é importante ter um acompanhamento de um nutricionista, que poderá montar um cardápio completo e equilibrado para as necessidades de cada paciente.

Porém, nada de pensar em trocar o almoço por um copo da mistura, nas refeições principais o ideal é que se tenha um equilíbrio entre os macronutrientes. "Por mais que você coloque sementes, água de coco e alimentos diversos, essa bebida nunca vai ter a quantidade ideal de proteínas, por exemplo, que justifiquem a troca pelo prato do almoço", ressalta a nutricionista Roseli. A indicação da especialista é você substituir o item por um lanche da manhã ou da tarde, e se consumir a noite, apenas o faça cerca de duas horas após o jantar, para que a refeição anterior não atrapalhe a absorção dos nutrientes do suco. 
Comendo em excesso - Foto: Getty Images

Tomar cuidado com os excessos

Quando a dieta é feita substituindo apenas um dos lanches, ela pode ser feita pelo tempo que o paciente quiser ou, ao menos, não enjoar. "Alguns estudos citam um ou dois meses para dietas de substituição, antes que fique monótono", ensina Navarro. Mas ela deve ser parada imediatamente quando o paciente sentir sintomas como fermentação, náuseas e estufamento, normalmente causados pelo excesso de fibras.

Outro ponto importante fica a cargo da quantidade de suco ingerida, não dá para tomá-lo indiscriminadamente. O indicado é de 200 a 250 ml por dia, apenas na refeição escolhida para ser substituída. Consumir as fibras em excesso pode causar os sintomas já citados, e o ácido fólico, que também é encontrado em grande quantidade nesse suco, se estiver sobrando em nosso organismo começa a causar prejuízos, eliminando alguns nutrientes, como avisa a nutricionista Roseli. 
Importância de mastigar - Foto: Getty Images

Mastigar também é importante

A mastigação acaba ficando um pouco em falta nessa dieta. "O alimento sólido dá mais saciedade, pois demora mais tempo para ser digerido. Ao bater os ingredientes, o liquidificador faz o trabalho dos nossos dentes e estômago", compara Roseli. Além disso, o ato de mastigar faz bem para a saúde bucal e desenvolvimento dos dentes. Mas para ambos os especialistas, tornar apenas uma refeição líquida não traz problemas, já que as outras terão como base os alimentos sólidos. Confira aqui sete receitas de suco verde. 
Fonte : minha vida / Beleza,saúde  e moda com styllo

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Sete alimentos que combatem a ansiedade


Está cada vez mais difícil manter a calma? Todo mundo vive dizendo que você é uma pessoa ansiosa? A ansiedade provoca uma bagunça nas emoções e de quebra ainda reflete na saúde. Quando em excesso, ela desencadeia a sensação de mal-estar e te impede de viver a vida com mais leveza, sem tanta angústia em relação ao que ainda está por vir. Os ataques de gula também são creditados a ela. Existem tratamentos e terapias para controlar a ansiedade, mas sabia que a alimentação também pode ajudar a domar este furacão interno? Alguns alimentos contêm aminoácidos e vitaminas essenciais, que atuam diretamente diminuindo o estresse, combatendo a ansiedade e aumentando os níveis de serotonina, responsável pelo bem-estar e pelo relaxamento. A seguir, conheça os sete alimentos campeões para aquietar a mente. 
  • frutas cítricas - foto Getty Images
  • leite, ovos e queijos - foto Getty Images
  • carboidratos - foto Getty Images
  • banana - foto Getty Images
  • carnes e peixes - foto Getty Images
  • chocolate - foto Getty Images
  • espinafre - foto Getty Images
 
 
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frutas cítricas - foto Getty Images
Frutas cítricas: Estudos comprovaram que a vitamina C, presente nas frutas cítricas, diminui a secreção de cortisol, hormônio liberado pela glândula adrenal em resposta ao estresse e à ansiedade e responsável por transmitir a notícia de estresse para todas as partes do corpo. Seu consumo promove o bom funcionamento do sistema nervoso e aumenta a sensação de bem-estar. "Vitaminas e minerais, como a vitamina C, por exemplo, são perdidas nos quadros de estresse e ansiedade, além de queda de açúcar no sangue (hipoglicemia). Por isso, existe a necessidade de suprir essas carências", ressalta a nutricionista Rosana Farah, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade.
leite, ovos e queijos - foto Getty Images
Leite, ovos e derivados magros: Eles são uma ótima fonte de um tipo de aminoácido, o triptofano, que alivia os sintomas de ansiedade. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, uma vez no cérebro, o triptofano aumenta a produção de serotonina, o hormônio da felicidade, que é um neurotransmissor capaz de relaxar e dar sensação de bem-estar. A especialista recomenda o consumo de 2 a 3 porções por dia deste grupo de alimentos.
carboidratos - foto Getty Images
Carboidratos: Os carboidratos, provenientes dos cereais na sua forma simples e integrais, e das frutas mais adocicadas, também podem combater a indesejada ansiedade. "Eles elevam o nível de açúcar no sangue, dando energia, bem-estar e disposição", explica Rosana Farah. Pães, arroz, aveia, feijão, massas, batata, mel, jabuticaba, uvas, maçãs fazem parte deste grupo alimentar. A quantidade recomendada é de 6 a 9 porções diárias.
banana - foto Getty Images
Banana: Um estudo feito por pesquisadores do Instituto de Pesquisas de Alimentos e Nutrição das Filipinas comprovou que esta fruta ajuda no combate da depressão e alivia os sintomas da ansiedade. Graças ao alto teor de triptofano qua a fruta carrega, ajudando na produção de serotonina.
carnes e peixes - foto Getty Images
Carnes e peixes: Eles são a melhor fonte natural de triptofano, aminoácido que em conjunto com a vitamina B3 e o magnésio produzem serotonina, um neurotransmissor importante no processo do sono, do humor e que regula os níveis de ansiedade. Além disso, as carnes e peixes contêm outro aminoácido chamado taurina. Esta substância aumenta a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade. "A recomendação diária em relação às carnes é de 1 a 2 porções, dê sempre preferência às carnes brancas e magras", recomenda a nutricionista Rosana Farah.
chocolate - foto Getty Images
Chocolate: O chocolate é rico em flavonoides, um tipo de antioxidante que favorece a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e que melhora o humor, reduzindo a sensação de ansiedade. explica a especialista em nutrição clínica e gastronomia, Rosana Farah. O recomendado são 30 gramas de chocolate por dia. E de preferência ao chocolate amargo, bem menos calórico e mais rico em flavonoides.
espinafre - foto Getty Images
Espinafre: O espinafre contém folato (ácido fólico), que é uma potente vitamina antidepressiva natural. Segundo a nutricionista Rosana Farah, ele combate a ansiedade, pois quando está em baixas concentrações no organismo também diminui os níveis cerebrais de serotonina. Além disso, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, o cérebro consome muita energia para funcionar e isso resulta na sobra de resíduos químicos oxidantes. É neste momento que alimentos, como o espinafre, começam a trabalhar para eliminar as substâncias em excesso, "desenferrujando" o cérebro.
Fonte : minha vida / Beleza.saúde e moda com styllo

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Cansaço excessivo pode ser um sinal de doenças


Cansaço excessivo pode ser um sinal de doenças

Desequilíbrios hormonais e deficiência nutricional podem estar por trás do sintoma

POR ESPECIALISTA - PUBLICADO EM 08/05/2013
Ela pode chegar de mansinho, se instalando vagarosamente, uma sensação de fadiga, moleza e falta energia, até mesmo para executar as pequenas atividades cotidianas. Mas será que é isso normal? Com a correria do dia a dia muitos atribuem essa sensação de cansaço extremo a noites mal dormidas e ao estresse, situações de desânimo que geram um impacto profundo nas atividades sociais e na produtividade profissional, tornando-se hoje uma das principais queixas dos consultórios médicos. 
A severidade dessa sensação de cansaço e fadiga pode e deve ser avaliada por uma escala de sinais, pois uma noite mal dormida, horas enfrentando o trânsito das grandes capitais ou ainda viver em eterno estado de tensão e estresse podem sugar sua energia. No entanto, existem outros fatores que podem e devem ser considerados, como os desequilíbrios clínicos decorrentes de carências nutricionais, desequilíbrios hormonais, infecções e doenças autoimunes. Vamos falar sobre os principais fatores que podem causar o cansaço excessivo:

Desequilíbrios hormonais

O declínio hormonal pode ocorrer em ambos os sexos, sendo um fator mais comum para as mulheres no período próximo ao climatério, e entre os 50 e 60 anos para o homem. O declínio hormonal é fisiológico, e não uma doença, mas quando a queda é acentuada pode gerar sintomas desagradáveis, dentre eles a sensação de fadiga e o cansaço.
Definir as causas da fadiga e do cansaço é de extrema importância, e isso deve ser feito por meio de avaliação médica criteriosa
Uma das hipóteses estudadas associa a sensação de cansaço permanente a uma queda de atividade dos neurotransmissores, como serotonina, dopamina e noradrenalina, indicando que o declínio hormonal pode ter ligação direta com a falta de energia e a sensação de fadiga. Nesse caso, é indicada a reposição hormonal, para reequilibrar o correto funcionamento do sistema nervoso central.
A baixa produção ou a falta de hormônios tireoidianos, por exemplo, pode agravar a sensação da falta de energia e causar sintomas de depressão, sendo portanto fundamental que o médico analise também os hormônios tireoidianos para buscar as causas da fadiga.
Alguns estudos, ainda não aceitos por toda a classe médica, propõem a reposição desses hormônios em pacientes com hipotireoidismo sub-clínico (quando os níveis hormonais estão apenas um pouco abaixo do limite ou no limite) e que apresentem quadro de cansaço excessivo, queda de cabelo e outros sintomas que tirem a qualidade de vida do paciente, melhorando assim a volta às atividades habituais do dia a dia com energia e disposição revigoradas.
Alimentos que ajudam na produção de hormônios tireoidianos (Iodo e Selênio) são indicados como coadjuvantes. Boas fontes de selênio são as oleaginosas (castanhas do Pará, castanha de caju e etc) e boas fontes de iodo são o sal marinho (evite excesso), peixes e algas marinhas.

Anemia

Muitas doenças hoje são ocasionadas por desequilíbrios alimentares, e esse é o caso do desenvolvimento da anemia ferropriva, situação muito associada à queda de energia e disposição física. Isso acontece pois o ferro é um nutriente essencial ao organismo, responsável pela produção de glóbulos vermelhos e transporte de oxigênio. A deficiência de ferro surge principalmente por carência nutricional, infecções intestinais, menstruação com fluxo sanguíneo muito intenso e durante a gravidez - mas qualquer pessoa pode desenvolver anemia, se não receber o aporte correto na dieta ou tiver problemas de absorção.
O tratamento contra a anemia é determinar sua causa e corrigi-la, uma vez constatada por exames laboratoriais, e nesses casos a recomendação é uma dieta rica no nutriente, que é encontrado principalmente na carne vermelha, em verduras verde escuras, leguminosas e alimentos enriquecidos, que ajudarão a suprir as necessidades diárias de ferro.

Déficit vitamina D

Estudos atuais revelam que a baixa dosagem de vitamina D no sangue é uma das prováveis causas do cansaço excessivo e sensação de desânimo. A dosagem de vitamina D no sangue é feita em laboratório e deve ficar acima de 30 mg/dl. Expor-se mais ao sol, mas sem exagero, e aumentar a ingestão de alimentos ricos em vitamina D, como a sardinha, é uma das estratégias de combate ao cansaço.

Dietas restritivas

Eliminar de maneira radical grande quantidade de alimentos ou fazer dietas da moda que cortam de maneira exagerada certos grupos alimentares podem gerar déficits nutricionais, pela dificuldade de conseguir obter por meio da alimentação nutrientes importantes para o organismo. O carboidrato, por exemplo, nos dá glicose, que é um combustível importante para o corpo e sem ele a sensação de esgotamento é mais frequente, tornando as queixas de cansaço e falta de energia mais comuns após as duas primeiras semanas de restrição.
O tratamento consiste em uma dieta equilibrada, que privilegie os bons carboidratos, boas proteínas e boas gorduras, além de combinar bons nutrientes, como os alimentos ricos em vitaminas do complexo B, que aumentam a resistência à fadiga.

Estresse e ansiedade

A ansiedade e o estresse são sem sombra de dúvidas males da vida moderna e a queixa mais frequente é a de acordar cansado. Isso ocorre porque o estresse libera quantidades altas de cortisol e adrenalina, hormônios que em altas doses prejudicam o funcionamento dos neurotransmissores, deixando os indivíduos ansiosos, com dificuldade de concentração e no sono. O tratamento nesse caso é praticar uma atividade física prazerosa, que alivie as tensões, e em casos extremos a recomendação é a de uso de medicamentos.

Potencialize seu cardápio

                Definir as causas da fadiga e do cansaço é de extrema importância, e isso deve ser feito por meio de avaliação médica criteriosa, na qual um especialista fará um check-up clínico, nutricional e hormonal, descartando assim patologias que podem originar todos os sintomas.






                Fonte : minha vida / Beleza,saúde e moda com styllo

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                Pessoas que sofrem de cefaleia devem maneirar nesta turma


                Alimentos que podem causar dor de cabeça

                Pessoas que sofrem de cefaleia devem maneirar nesta turma

                POR CAROLINA GONÇALVES - ATUALIZADO EM 23/04/2013
                Segundo a Organização Mundial da Saúde, estima-se que mais de 90% das pessoas sofrem ou sofreram de cefaleia (dor de cabeça) em algum momento da vida. E as causas podem ser inúmeras, como estresse e falta de sono. O que poucas pessoas sabem é que a alimentação também é fator determinante para desencadear essas dores.

                As nutricionistas Juliana Lucena, da BioGourmet em São Paulo, e Joana Lucyk, da Clínica Saúde Ativa, em Brasília, explicam que a cefaleia pode ser causada por alguns tipos de substância presentes em diversos alimentos e, no caso de pessoas que sofrem de crises de enxaqueca, o ideal é que esses alimentos sejam evitados ao máximo na dieta.

                "É aconselhável que as pessoas que sofrem de dores de cabeça façam um tratamento médico especializado para identificar a causa e tratar o sintoma da forma mais adequada possível", diz a nutricionista. Mas além de cuidados com a alimentação, também deve-se evitar períodos de jejum, que também acarreta cefaleia. Veja a seguir as substâncias e os alimentos alimentos que lideram o ranking de desencadeadores da dor de cabeça: 
                • Queijo e chocolate - Foto Getty Images
                • Café - Foto Getty Images
                • Vinho e Cerveja - Foto Getty Images
                • Lipídeos - Foto Getty Images
                • Batata Frita - Foto Getty Images
                • Adoçante - Foto Getty Images
                • Salame - Foto Getty Images
                 
                 
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                Queijo e chocolate - Foto Getty Images
                Aminas: as aminas estão presentes em alimentos como cerveja, queijos maturados, alimentos embutidos, molho à base de soja, repolho e chocolate. "Estas substâncias podem alterar o calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, favorecendo, assim, a dor de cabeça", explica a nutricionista Joana Lucyk.
                Café - Foto Getty Images
                Cafeína: café, refrigerante, chá preto ou energético são ricos em cafeína. A dor de cabeça desencadeada por esta substância pode acontecer em duas situações: se combinada a alimentação com medicamentos que possuem cafeína em sua composição ou pela própria abstinência de cafeína. "As pessoas acostumadas a consumir uma determinada quantidade de café ou bebidas que contenham cafeína podem sofrer os efeitos da redução", aponta Joana.
                Vinho e Cerveja - Foto Getty Images
                Bebidas alcoólicas: bebidas como o vinho e a cerveja possuem substâncias chamadas histamina e tiramina, que desencadeiam a piora do quadro de dor de cabeça.
                Lipídeos - Foto Getty Images
                Lipídeos: os alimentos fontes de lipídeos e que são prejudiciais englobam a manteiga, margarina, frituras, doces, biscoitos recheados, carnes gordas, queijo amarelo, leite integral, requeijão e embutidos. "Esses alimentos possuem proteínas alergênicas, como a beta lactoglobulina e caseína, que podem causar a cefaleia", afirma a nutricionista da Clínica Saúde Ativa.
                Batata Frita - Foto Getty Images
                Frituras: elas são ricas nos ácidos graxos oléico e leonéico, substâncias que causam contração dos vasos sanguíneos cerebrais. As frituras também podem estar envolvidas no desencadeamento da cefaleia.
                Adoçante - Foto Getty Images
                Aspartame: a nutricionista Juliana Lucena afirma que o aspartame metaboliza no organismo substâncias como a amina e a fenilalanina, tornando-se assim um dos principais vilões desencadeantes da dor de cabeça.
                Salame - Foto Getty Images
                Nitratos e nitritos: presente nos embutidos (como salame e presunto), peixes em conserva, patês e caviar. As nutricionistas contam que essas substâncias também atuam em alguns casos como desencadeadores da dor de cabeça da mesma forma que as aminas. Elas alteram o calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, favorecendo, assim, a cefaléia.
                Fonte : minha vida / Beleza,saúde e moda com styllo

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                As frutas do Nordeste


                Manga, jambo, pitanga, acerola, cajá, fruta-pão, as variedades frutíferas nordestinas são de dar água na boca. E muitas mordidas! Desvende as expressões típicas do Nordeste e assista ao vídeo.

                Por Ana Kessler 17/jan/2013 23:46
                Se houve uma coisa boa nessa nossa viagem pelo Nordeste foi a degustação da incrível variedade e qualidade de frutas. Ô terra rica para ter sabores diferentes e vocabulário engraçado. Cada manga arretada, jambo aguado, caju travoso porque “não estava bom pra chover”. Eita pitanga azeda da peste, laranja cravo que é a nossa tangerina, fruta-pão que se cozinha feito macaxeira. E o cajá que ingripa a hélice do liquidificador? Aguenta as pontas que já traduzo essa salada de palavras e expressões. 

                Uma vez li uma reportagem que dizia que, se oferecêssemos todos os sabores (o salgado, o amargo, o ácido, o azedo e o doce) à criança até os dois anos de idade, ela abriria o leque gustativo e comeria de tudo na vida. Deu certo. Até os dois anos. Depois disso, Ana Bia virou uma natureba cricri. Mamão, que era a fruta preferida nas papinhas de sobremesa, ela não pode ver na frente. Melão, nem pensar. Abacaxi, eca. Morango e melancia, antes adorados, foram extirpados do cardápio. Sobreviveram ao seu rigoroso critério: banana, maçã, tangerina, uvas Thompson, laranja e, se estiver de muito bom humor, caju. Isso, até viajarmos.

                Essa mesma matéria garantia que, se não déssemos chocolate ou qualquer outro tipo de doce artificial, a criança cresceria longe deles. Isso deu supercerto! Mas me causa problemas em festas infantis: Ana Bia não come bolos, nem docinhos, abomina refrigerantes, pirulitos ela lambe e bota fora. Se não há suco, passa a água. Por algum motivo que desconheço (talvez por eu não ser fã), jamais gostou de salgadinhos, batata-frita, cheeseburgers, cachorro-quente, junk food em geral. Aí, complica a ponto de ela associar aniversários de amiguinhos a dor de cabeça – de fome! O que eu faço? Levo sempre na bolsa uma fruta e um suco de caixinha. É mico, eu sei. Me olham com cara de “ih, que mulher esquisita”. Mas é um preço que fico feliz em pagar.

                Frutas integram-se ao visual decorativo da nossa cozinha assim como os azulejos retrô, a galinha puxa-saco pendurada ao lado da pia, os ímas e fotos da geladeira. Se olho para a fruteira e ela está nua, e principalmente se o cacho de bananas está terminando, começo a ter tiques nervosos. Sou viciada. Adoraria ter um pé-de-tudo brotando das quinas e esquinas da casa, bastando para isso estender a mão e se lambuzar. Experiência esta que tivemos no idílico sítio dos nossos tios em Recife.

                Da manga rosa, Bia não provou o sumo. Da Tommie, lambeu e não gostou. Pitanga, adorou colher. Amora, comeu até o caroço (veja o vídeo para entender a piadinha). Fruta-pão causou curiosidade. O cajá, azedo que dói, nem eu gostei. Da graviola, adotamos o suco. O caju, por causa da seca, não deu muito este ano. Jaca, sai de baixo que se cai na cabeça mata, nos matou de intriga: parece borracha. Acerola é gostosa, mas as galinhas não comem as que caem no chão. Nem a Ana Bia. Já eu adorei o azedinho e não fiz esta desfeita.

                Jambo recebe olhares desconfiados da baixinha e estou decidindo se aprovei. Os maduros são quase doces, impliquei com a aparência: brancos por dentro, vermelhos por fora, me lembraram rabanete, que não gosto. A grande surpresa foi o coco. Depois de anos morando no Rio, indo à praia direto e rejeitando a oferta, Ana Bia experimentou novamente e desta vez aprovou. Água de coco, então, entrará definitivamente para as nossas vidas, assim como as lembranças boas desta viagem.

                Saldo final de frutas (e outras coisitas) provadas e aplaudidas, que serão incorporadas ao cardápio nosso de todo dia: água de coco, amoras (se encontrarmos em São Paulo), banana com mel (nova modalidade), mangas mil (até com casca), caju cristalizado, leite e queijo de cabra e a oitava maravilha do mundo, a versátil tapioca, que não contém glúten e arrebatou o coração da Ana Bia e desta mãe irremediavelmente.

                E você, o que trouxe de novidade à sua vida das férias?
                                                     
                                                                                      *
                Traduzindo o "nordestinês":

                Manga arretada, é manga danada de boa. Ótima. Deliciosa. Irresistível. Tão boa que não dá pra parar de comer. E como é uma fruta calórica, já viu, você pode avaliar o risco que eu corri nestas férias arretadas. Jambo aguado, diferente do que pode parecer, não é abundante em água. "Aguado", em Pernambuquês, quer dizer "pouco doce", sem muito açúcar. Ou seja, jambo bom é aquele recém caído do pé, madurinho de dar gosto. E que gosto!

                Caju travoso, você sabe o que é? É quando ele "trava" na língua, porque a consistência não está muito boa, nem o sabor mui docinho. Já o “está bom pra chover” é uma expressão tipica da região da seca, quase um pedido para que São Pedro mande uma aguinha amiga do céu e salve a safra do ano.

                Eita pitanga azeda da peste quer dizer isso mesmo. Já laranja cravo é como eles chamam a tangerina, lá no sul conhecida como bergamota. Outra curiosa é a tal fruta-pão, massuda e que se cozinha feito macaxeira, digo, mandioca, ou melhor, aipim. E ocajá (foto) que ingripa a hélice do liquidificador, descobriu o que significa? A semente do cajá é tão dura que, se você tentar fazer suco com a frutinha inteira, ela vai quebrar o eletrodoméstico. Adivinhe como o meu tio descobriu a expressão? Quebrando o dele, claro...





                Fonte :  De mãe pra mãe / Beleza,saúde e moda com styllo

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                USO MEDICINAL DE FRUTAS


                Por: Adriano Stephan Nascente, Eng. Agr. M.Sc. Fitotecnia, Pesquisador Embrapa Rondônia,nascente@cpafro.embrapa.br

                As frutas são largamente conhecidas pela sua importância alimentar. Elas são excelentes fontes de nutrientes, principalmente vitaminas e sais minerais. Além destes nutrientes, muitas frutas apresentam substâncias com ação medicinal, e seu uso como medicamento é um hábito utilizado pela humanidade há mais de 5.000 anos. Algumas destas frutas já apresentam confirmação científica de seus efeitos terapêuticos, outras estão em fase de pesquisa e existe ainda, aquelas que, apesar de não haver comprovação científica, nem estar em fase de pesquisa, através do conhecimento popular, são amplamente utilizadas pelas populações. A grande maioria das frutas apresentam propriedades medicinais. Umas são adstringentes, outras emolientes. Umas excitam as funções gástricas, outras ativam as funções intestinais. Umas desintoxicam o organismo, dissolvendo e expelindo substâncias tóxicas; outras suprem o organismo de vitaminas e sais minerais. Neste sentido, este trabalho fará um relato de uma série de fruteiras que apresentam valor medicinal, comprovado ou não, devendo toda utilização ser acompanhada de orientação médica.
                Nas folhas do maracujazeiro existe as substâncias farmacêuticas: maracujina, passiflorina e a calmofilase. A infusão destas é utilizada em casos de alcoolismo crônico, asma, coqueluche, convulsão infantil, delirium-tremens, diarréia, disenteria, dor de cabeça nervosa, erisipelas, úlceras, nevralgias, tétano, crises nervosas e neurastênicas, insônias e tosses de origem nervosa. As folhas são usadas, ainda, como diurético, emenagogo, calmante, anticonceptivo e antifebril. As raízes são empregadas como antiinflamatório e anti-helmíntico. As sementes, também, têm ação anti-helmíntica.
                O guaraná é uma planta usada como diurético, antitérmico, antineurálgico, analgésico, antigripal e afrodisíaco, sendo que em suas sementes concentra-se a maior fonte natural de cafeína. Devido a suas propriedades estimulantes e medicinais as sementes secas e o pó de guaraná são muito utilizados pela indústria farmacêutica.
                A banana auxilia no tratamento de certas enfermidades, tais como: tuberculose, paralisia, reumatismo, artrites, prisão de ventre, diarréia, desidratação, e, ainda, doenças de estômago, rins, fígado, intestinos e nervos, úlceras da pele, dermatites, queimaduras de sol, diarréia, feridas, fraqueza pulmonar, resfriados, tosse crônica, tosse de fumante, bronquite crônica.
                O caqui tem ação como calmante, vermífugo e laxativo, é recomendado no combate a gastrite infantil, contra problemas no fígado, transtornos intestinais, enfermidades das vias respiratórias. É um excelente alimento para tuberculosos, anêmicos, desnutridos e descalcificados.
                O limão pode ser utilizado nas afecções febris (gripes e resfriados), tosse, circulação sangüínea (microvarizes), afecções estomacais, como digestivo, combate a aftas, feridas, pele seca e sem brilho (rosto e pescoço), unhas que desfolham, unhas fracas e ressecamento da cutícula.
                A amora preta é considerada uma planta anti-cancerígena, pela ação do ácido elágico, e também no combate a osteoporose, devido sua concentração elevada de cálcio (46 mg/100g fruto). Outra utilização crescente, é como tônico muscular para utilização durante práticas desportivas, devido ao alto teor de potássio encontrado no fruto (245 mg/100g fruto).
                O caju pode ser utilizado, como vermífugo, diurético e antiinflamatório.
                O abacaxi apresenta a bromelina, enzima proteolítica, usada como digestivo, antiinflamatório e solventes de mucosidades, como por exemplo, as que se acumulam nas vias respiratórias nas afecções broncopulmonares. É utilizada pela indústria farmacêutica para distúrbios digestivos e respiratórios. Pode, ainda ser utilizada no combate a dor de garganta, acne (espinhas), cravos, psoríases, psoríase vermelha, psoríase escamativa, esclerodermias, feridas, úlceras, chagas, máscara rejuvenecedora, digestivo e diurético.
                O coco apresenta propriedades medicinais como calmante, diurético, mineralizante, febrífugo, aperiente, depurativo do sangue, oxidante, antiflogístico e tenífugo. Pelo seu teor de sais de potássio e sódio, é recomendado para arteriosclerose, excelente para promover o desenvolvimento do tórax, nervos, cérebro e pulmões.
                O fruto da melancia é um alimento refrescante, desinfetante, depurativo e ligeiramente laxante.
                As folhas da gravioleira, são usadas, em forma de chá para problemas de fígado. O óleo das folhas para neuralgia, reumatismo e dores artríticos. O suco é considerado um bom diurético, usado nos problemas do aparelho urinário, especialmente, no caso de retenção de líquidos. A casca das raízes e as folhas são usados para controle de diabetes. A fruta ou o suco são usados para febres, diarréias e contra parasitas. Flores e brotos são usados como remédio para catarro, tosse e febre. A casca da raiz para disenteria e verminose. A semente como inseticida, especialmente para piolhos. As folhas amassadas na água e aplicadas na pele para combate a coceiras. A infusão das folhas, também é usada como anti-sudorífico, anti-espasmódica e emético. E finalmente, a fruta madura é utilizada contra o escorbuto e a verde para disenteria.
                Graças ao seu conteúdo em fibra (especialmente pectina), carbohidratros, magnésio, sódio e potássio, a ameixa é laxativa, recomendada contra a prisão de ventre. Possui propriedades afrodisíacas, é recomendada para controle de reumatismo, artrite, gota; arteriosclerose e nefrites. A ameixa é um anti-nevrálgico ciliar, é indicada contra hemorróidas e hipocondria. É ainda, é usada como desobstruente do fígado, depurativa do sangue, desintoxicante do aparelho digestivo e no tratamento das afecções das vias respiratórias (anginas, catarros etc.)
                As folhas da figueira são usadas cozida para dor de estômago, para baixar a glicemia, para tosse e problemas do peito como bronquite. Folhas esquentadas em água fervendo são usadas como cataplasma sobre calos. O fruto é considerado um laxativo suave. Na coqueluche, é usado para aliviar a tosse. São também úteis na prevenção das anemias nutricionais por serem ricos em cobre e ferro. O leite e o látex que sai do fruto verde e do talo é cáustico e utilizado sobre calos e verrugas, e por via oral, é utilizado contra vermes (trichiuria e áscaris). A casca do tronco cortada fina e colocada dentro da narina serve para estancar hemorragias.
                A ingestão do fruto do pessegueiro auxilia no bom funcionamento dos órgãos digestivos.
                O consumo de acerola é indicado para o combate da gripe e afecções pulmonares, controle de hemorragias nasais e gengivais, auxilia no tratamento de doenças do fígado, além de evitar a perda de apetite e dores musculares.
                O chá-de-cascas de jabuticaba é usado para tratar anginas, disenteria e erisipelas; a entrecasca do fruto, em chá, destina-se ao tratamento de asma.
                A uva possui propriedades rejuvenecedoras, diuréticas e depurativa. A fruta pode ser usada como creme nutritivo para a pele (recuperador de cicatrizes profundas, protetor da pele seca e prevenção das estrias), fragilidade capilar, hemorragia uterina, diarréia disfunção intestinal e laxante suave.
                O abacate pode ser utilizado para combater diarréias, dores reumáticas, contusões, dores de cabeça, como creme amaciante para face e mãos, diurético, insuficiência hepática e retenção da secreção biliar .
                A laranja combate a falta da vitamina C, é estimulante do apetite, reguladora intestinal, laxante, diurética, combate o reumatismo, calmante, digestiva, antifebril, anti-hemorrágica, combate a nevralgia, restaura o fluxo menstrual, quando escasso ou ausente, combate a nefrite, depurativa e usada contra verminose.
                O principal uso medicinal do mamão é como um agente digestivo. O látex que vem do tronco da arvore também é aplicado externamente para acelerar o tratamento de feridas, úlceras, furúnculos, tumores e calos. As sementes são usadas para tratamento de vermes. Um chá feito da fruta madura ajuda em tratamento de diarréia e disenteria em crianças. As folhas também, são usado para ajudar na cicatrização de feridas.
                A goiaba é utilizada no combate à tuberculose incipiente, promove metabolismo das proteínas, e ajuda a prevenir a acidez e a fermentação dos carbohidratros durante a digestão, cicatrizante de feridas e no combate à diarréia. As folhas da goiabeira, em decocção, empregam-se contra as hemorragias uterinas, incontinência da urina, inchação das pernas e pés, cólera infantil e gastrenterite. A casca da raiz têm as mesmas aplicações.
                A pêra pode ser utilizada como diurético, no combate a cistites, pielonefrites, cálculo renal, reumatismo (gota), antidiarréico, alimento nutritivo (na convalescença), hipertensão arterial, máscara refrescante (protege a pele do rosto e pescoço) e elimina o cansaço.
                A maçã pode ajudar a respirar melhor, dados de pesquisa de cientistas ingleses mostraram que pessoas que comem 5 maçãs por semana têm uma função pulmonar mais forte. Ela também retarda o envelhecimento, pois, a fruta com casca apresenta propriedades antioxidantes e anticancerígena. Além disso a fruta é utilizada na prevenção de várias doenças, tais como: Rouquidão, acidose, machucados, arteriosclerose, esgotamento nervoso, reumatismo, anemia cerebral, gota, tosse, hemorróidas, inflamação nos olhos, palpitações do coração, inflamação da bexiga, hipercloridia, tuberculose, bronquite, asma, catarros pulmonares, afecções de garganta, inflamações do aparelho urinário, difteria, febres, cálculos do fígado e rins.
                O morango é utilizado na prevenção de : gota, artritismo, icterícia, pedras da bexiga, anemia, diarréia, problemas renais, vermes, afecções hepáticas, areias vesicais, cálculos biliares e reumatismos.
                A carambola é usada na cura de hemorróidas, diurética, vermífugo e antídoto contra venenos.

                Outras frutas com efeito medicinal: 
                ABIU - Combate as afecções das vias respiratórias.
                AMÊNDOA - É boa contra as enfermidades das vias respiratórias e a irritação das vias urinárias.ARAÇA - Calmante.
                AZEITONA - A verde é adstringente, ao passo que a preta é laxativa.
                CAMBUCÁ - É bom para o estômago.
                CAQUI - Alcalinizante, bom para as afecções do fígado e os catarros da bexiga.
                CASTANHA - É benéfica para os rins e o fígado, e muito útil na diarréia das crianças.
                CEREJA - Alcalinizante, remineralizante, combate a desinteria, e eficaz contra a arteriosclerose.
                FRUTA-DO-CONDE - É estimulante do apetite.
                JENIPAPO - É indicado na má digestão e nas afecções do fígado e do baço.
                GRUMIXAMA - É estimulante do apetite, reanimadora.
                LIMA - É alcalinizante e combate a falta da vitamina C.
                MANGA - É anticatarral, combate a falta da vitamina C, depurativa, refrescante, tem a propriedade de fazer suar e digestiva.
                MANGABA - É digestiva.
                MARMELO - É adstringente, fortificante do aparelho digestivo.
                MELÃO - É calmante e diurético.
                NOZ - É bom remédio para o cérebro e para o sistema nervoso em geral.
                PITANGA - É refrigerante e antiberibérica. As folhas combatem a febre, mesmo nas maleitas rebeldes.
                ROMÃ - As raízes são usadas para expulsar a tênia (ou solitária).
                TAMARINDO - É laxante e até purgativo.

                LITERATURA CONSULTADA
                BALBACH. A. As frutas na medicina doméstica. São Paulo, p. 163-167.
                CASA DA AGRICULTURA. Jabuticabeira, Planta Nativa V.2 N.º 6 nov/dez/1980. São Paulo
                CUNHA, G.A.P.; CABRAL, J.R.S.; SOUZA, L.F.S.; O Abacaxizeiro. Cultivo, agroindústria e economia. Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA). Brasília: Embrapa Comunicação para Transferência de Tecnologia, 1999. 480p.
                MATTOS, JOÃO MATTOS - JABOTICABEIRAS. Publicação IPRNR N.º 10 - Porto Alegre 1983. Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
                NASCIMENTO, W.A. O cultivo do maracujá. Goiânia, GO: Emater-GO, 1997. 57p. (Emater-GO. Boletim Técnico, 01).
                PAIVA, J.R. Melhoramento genético de espécies agroindustriais na Amazônia. Estratégias e novas abordagens. Brasília: EMBRAPA-SPI. Fortaleza: EMBRAPA-CNPAT, 135p. 1998.
                SASSO, I.B. Receitas caseiras com bananas. 2.ed. - Brasília: IBICT; (Florianópolis) : EPAGRI, 1993. 20p. - (Banco de Soluções; n.8).
                SILVA, C.P.; SILVA-ALMEIDA, M.F. O uso medicinal do maracujá. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v.21, n. 206, p. 86-88, set. /out. 2000.
                SONNENBERG, P.E. A cultura da melancia. In: SONNENBERG, P.E. Olericultura especial. 3.ed. Goiânia: UFG, v.2, p.124-131,1985.
                SOUZA, A.G.C.; SOUSA, N.R.; SILVA, S.E.L.; NUNES, C.D.M.; CANTO, A.C.; CRUZ, L.A.A. Fruteiras da Amazônia. Brasília: Embrapa-SPI; Manaus: Embrapa-CPAA, 204p. 1996.

                Sites pesquisados: 
                www.casaecia.arq.br/plantas_aromaticasl.htm
                www.mko.com.br/jornalagapomi
                www.cnmp.org.br/new/html/alimenticia.htm
                www.krausburg.com.br
                www.nib.unicamp.br
                Data Edição: 18/04/2006
                Fonte: Embrapa Rondônia / Beleza,saúde e moda com styllo

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