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Como se proteger do sol


Saber como se proteger do sol é uma questão de saúde e beleza, porque todos necessitam de se proteger do sol, não importa a idade nem a cor da pele, por isso algumas dicas de como se proteger do sol são:
  • usar óculos escuros,
  • chapéus,
  • roupas leves,
  • protetor solar e labial.
O cuidado deve ser ainda maior para pessoas com peles muito brancas e olhos claros, bebês, crianças e pessoas com sardas.

Danos provocados pelo sol

Quando a pele é exposta a sol, ela fica também exposta as radiações ultravioletas que são perigosas para o organismo. Alguns danos demoram alguns anos para aparecer como manchas, o aumento do número de sardas e o mais grave, o câncer de pele.
Para evitar esses problemas tão indesejados o melhor é saber como se proteger dos efeitos nocivos do sol. Obedecendo as indicações do ministério da saúde que indica a necessidade de usar o protetor solar diariamente mesmo à sombra e não pegar sol das 11 horas da manhã até as 4 horas da tarde.
Fonte : Tua saúde / Beleza,saúde e moda com styllo

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Como se proteger do Sol?

Família na praiaA estação mais aguardada no ano pelos brasileiros que adoram férias, calor e praia se despede no dia 21 de março para dar lugar à elegância do outono. Mas os cuidados com os efeitos do Sol na nossa pele devem continuar, afinal o Brasil é um país tropical onde o astro Rei está presente praticamente o ano inteiro.
O Sol emite radiações ultravioletas que podem provocar cânceres, principalmente o de pele, catarata e o envelhecimento precoce da pele, por isso é extremamente necessário a utilização de protetor solar no dia a dia para evitar doenças graves.
Pensando nisso, nós preparamos uma seleção de mitos e verdades sobre os efeitos nocivos do Sol no nosso corpo, confira e descubra se você se protege corretamente:

“Devemos aplicar o protetor solar de duas em duas horas''

Verdade. A reaplicação é tão importante quanto se lembrar de passar o protetor solar ao sair de casa ou quando vai curtir um pouco da praia, principalmente se você estiver nadando, suar muito ou utilizar a toalha muitas vezes para se secar.
Reaplicacao do protetor

“Algumas partes do corpo bronzeiam mais rápido do que outras”

Verdade. O bronzeamento da pele é determinado pela quantidade do pigmento chamado melanina, que é produzido por meio de células chamadas melanócitos. Esta quantidade varia de pessoa para pessoa e de um local para outro. Por isso é muito importante passar o protetor solar no corpo inteiro.
bronzeamento

“O fator do protetor solar está relacionado com a cor da pele de cada pessoa”

Mito. O fator mínimo que deve ser usado por qualquer pessoa é de 15 FDS, independente da cor de pele. A numeração dos protetores está relacionada à quantidade de tempo que a sua pele vai levar para ficar vermelha, ou seja, podendo provocar uma queimadura. Tendo como exemplo o fator 30 FDS, significa que se você passar este protetor, vai levar 30 vezes mais tempo para a sua pele ficar vermelha, do que se estivesse sem proteção.
Fator do protetor

“Descascar significa que a pessoa não se protegeu adequadamente”

Verdade. Não adianta passar o fator mais alto de protetor solar e ficar mais de duas horas exposto aos raios UV. Por isso a importância de aproveitar o Sol nos horários recomendados, antes das 10h e depois das 16h, e reaplicar os filtros solares de duas em duas horas. Quando a pele começa a descascar, significa que os raios ultravioletas conseguiram queimar a camada superficial da pele.
Protecao solar

“Cerca de 80% da exposição solar que vamos acumular durante toda a vida ocorre até os 20 anos”

Verdade. Esta é uma estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS), o que traz um alerta para a proteção contra os raios UV desde o nascimento, se prolongando para a vida toda, já que os efeitos nocivos do Sol na nossa pele são cumulativos, ou seja, quanto menos vezes uma pessoa se protege da radiação solar, mais probabilidade de ter um envelhecimento precoce da pele, câncer, etc.
Exposicao Solar
Quando for a praia ou no seu dia a dia, nunca se esqueça de passar o protetor solar em todas as partes do corpo que ficarão expostas ao Sol. Para você que quer se proteger, mas também caprichar no bronzeado, coma bastante cenoura, mamão, abóbora, entre outros alimentos naturais com pigmentação amarelada ou alaranjada, pois são ricos em betacaroteno, deixando a pele com um tom mais uniforme e bonito.
Fonte : Aluga Riviera / Beleza,saúde e moda com styllo

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Feijão faz bem ou mal à saúde? por Nutricionista Laura dos Santos Pola - CRN3 27426/P


Você come feijão todos os dias? Se respondeu que sim, parabéns! Do contrário, saiba que excluir este alimento da alimentação diária pode trazer diversos prejuízos para a saúde.
Hoje, o que observo através da experiência em consultório é que as pessoas possuem uma visão distorcida sobre diversos alimentos. O feijão, infelizmente, é um deles. É cada vez mais frequente encontrar indivíduos que excluem o feijão da dieta por acreditarem que esta leguminosa “engorda”, prende o intestino ou não possui valor nutricional. Ora, isso é um absurdo!
Em primeiro lugar, quando falamos em estratégias para emagrecimento, o feijão pode ser um grande aliado! Não acredita? Pois bem, vamos aos fatos: o feijão é rico em fibras, as quais são responsáveis pela sensação de saciedade, reduzindo o consumo alimentar durante a refeição. Além disso, do ponto de vista calórico, 1 concha de feijão cozido com caldo apresenta a mesma quantidade de calorias de cerca de 1/3 do pão francês! Isso mesmo, são apenas 55 Kcal! Ou seja, menos calorias do que as encontradas em 1 maçã média (70 Kcal) ou 200 ml de leite desnatado (65 Kcal). Assim, fica evidente que ele deve estar presente em qualquer dieta que vise perda ou manutenção do peso corporal.
Além disso, as fibras contidas no feijão são responsáveis por regular o trânsito intestinal e reduzir a absorção de colesterol e glicose, auxiliando no tratamento e na prevenção de diabetes, constipação intestinal e hiperlipidemias como colesterol e triglicérides elevados.
Dentre os vários componentes presentes no feijão destacam-se os compostos fenólicos, que são substâncias antioxidantes. Estas substâncias agem no nosso organismo, reduzindo os riscos de desenvolver alguns tipos de câncer e doenças degenerativas.
E as vantagens deste alimento não param por aí. O feijão é rico em potássio, proteínas, vitaminas do complexo B, zinco, ferro e magnésio. Esses nutrientes são importantes para regulação da pressão arterial, construção e reparação muscular, reforço do sistema imunológico e prevenção da anemia, entre outras funções. Portanto, pense duas vezes antes de sair falando que o feijão não tem valor nutricional…
Mas atenção: na hora de comprar esta leguminosa é importante observar sua qualidade. Sempre evite o feijão enlatado, pois contém muito sódio e pode aumentar a pressão arterial e provocar inchaços. Observe se a embalagem está íntegra, sem furos ou indícios de adulteração, se os grãos apresentam coloração mais clara (indicando que estão mais novos) e se estão inteiros. Para conservá-lo corretamente, armazene em lata vedada, longe da umidade.
Depois de tantos benefícios descritos, não existe justificativa para não consumir um alimento tão importante como o feijão. Vamos valorizar este alimento tipicamente brasileiro e retomar os velhos e bons hábitos alimentares!
No próximo artigo, continuarei a falar sobre o feijão, desta vez destacando a importância do casamento “arroz com feijão”. Até lá, e boa apetite!
Fonte:  ANutricionista.Com - Laura dos Santos Pola - CRN3 27426/P -Nutricionista em Bauru / Beleza,saúde e moda com styllo

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O Feijão na Alimentação do Brasileiro



O Feijão na Alimentação do Brasileiro
Saúde & Qualidade de Vida - Saúde & Nutrição
O feijão comum (Phaseolus vulgaris, L.) é a leguminosa mais consumida no Brasil, sendo considerado o ingrediente-símbolo da gastronomia brasileira. Junto com o arroz, forma a base da nossa alimentação e contribui significativamente como fonte de proteína e caloria.
Não há um consenso sobre a origem do feijão, mas há, no entanto, o senso comum de que realmente a origem do feijoeiro é o continente americano. Na Ásia, na África e na Europa existem variedades consideradas secundárias.
O feijão é um excelente alimento, muito rico nutricionalmente, pois fornece nutrientes essenciais ao ser humano, como proteínas, ferro, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas (principalmente do complexo B), carboidratos e fibras.
Na alimentação dos brasileiros, o feijão é a principal fonte de proteína, seguido, em importância, pela carne bovina e pelo arroz. Apenas esses três alimentos básicos contribuem com 70% da ingestão protéica, além de ser uma cultura de grande expressão sócio-econômica no Brasil (Machado, Ferruzzi & Nielsen, 2008). A importância alimentar do feijão deve-se, especialmente, ao menor custo de sua proteína em relação aos produtos de origem animal (Mesquita et al, 2006).
Dentre os componentes do feijão, destacam-se principalmente os compostos fenólicos, substâncias antioxidantes vinculadas a um menor risco no desenvolvimento de alguns tipos de câncer e a uma menor incidência de doenças degenerativas (Machado, Ferruzzi & Nielsen, 2008); a isoforma 1 do inibidor da alfa-amilase, que apresenta potencial efeito no combate à obesidade e no tratamento adjuvante do diabetes (Obiro, Zhang & Jiang, 2008); e as fibras solúveis que, depois de ingeridas, se transformam em gel, permanecendo mais tempo no estômago, o que acarreta uma maior sensação de saciedade. Tal “gel” atrai as moléculas de gordura e de açúcar, que são eliminados pelas fezes, ajudando assim, a reduzir os níveis de colesterol e glicemia do sangue.
O consumo em quantidades média a alta de feijão está sendo associado a diminuição de riscos para outras doenças como o diabetes, doenças cardiovasculares e até mesmo neoplasias. Acredita-se que esse efeito benéfico do consumo do feijão é devido à presença de metabólitos secundários nessa leguminosa, os fitoquímicos, principalmente os compostos fenólicos e os flavonóides.
Este alimento apresenta, porém, um problema: suas proteínas têm valor nutricional pouco inferior ao apresentado pelas carnes, o que é decorrente do teor e biodisponibilidade reduzidos de aminoácidos sulfurados (Evans & Bauer, 1978; Antunes & Sgarbieri, 1980; Fukuda et al., 1982), principais aminoácidos que participam da síntese protéica (Geraldo, 2006); entretanto, quando combinado com arroz, por exemplo, forma uma mistura de proteínas mais nutritiva. Isto porque o arroz é relativamente rico em aminoácidos sulfurados (Mesquita et al, 2006).
Na análise do consumo de feijão no Brasil, primeiramente deve-se ressaltar que, apesar de importante, o feijão tem merecido pouca atenção. O consumo médio per capita de feijão na década de 1960 foi de 23 kg/habitante/ano, enquanto nas décadas de 1970, 1980 e 1990 foi, respectivamente de, 20, 16 e 17 kg/habitante/ano. Por outro lado, enquanto no período de 1974 a 1975, o consumo metropolitano per capita foi de 16,5 kg/ ano, o consumo rural foi quase o dobro, 32 kg/ ano.
Alguns estudos mostram que o processo de urbanização explica mais da metade da redução no consumo do feijão no período compreendido entre meados da década de 1970 e final dos anos 80. De acordo com o senso 2000, cerca de 81% da população brasileira estava concentrada nas cidades, que abrigam 137 milhões de pessoas. Entre outros fatores, essa rápida urbanização, associada à acentuada inserção da mulher no mercado de trabalho, provocaram um efeito acentuado nas mudanças do hábito alimentar da população e originaram novas demandas quanto à qualidade, apresentação, facilidade e menor tempo de preparo dos alimentos. Outros estudos indicaram que, no período de 1974 a 1988, a redução no consumo de feijão deveu-se à mudança no hábito alimentar e não ao fator preço, afirmando que a renda per capita explicava apenas pequena parcela da variação. Comparando-se esses resultados, concluiu-se que, no período de 1974 a 1988, o decréscimo do consumo de feijão foi menor nas metrópoles do que a média geral no país.
Os economistas afirmam que à medida que a renda do consumidor aumenta o consumo do feijão diminui. Por sua vez, outros afirmam que ocorreu um crescimento do preço real do feijão em comparação a outros alimentos. Outros ainda apontam a dificuldade de preparo caseiro e o tempo de cozimento que se contrapõe à necessidade de redução do tempo de trabalho doméstico. Além disso, há maior número de pessoas fazendo suas refeições fora do lar e a substituição do feijão por outras fontes de proteína, principalmente as de origem animal.
As Américas apresentam 43,2% do consumo mundial, seguidas da Ásia (34,5%), África (18,5%), Europa (3,7%) e Oceania (0,1%). Os países em desenvolvimento são responsáveis por 86,7% do consumo mundial (EMBRAPA, 2004). Seguem abaixo as formas de utilização do feijão nas diferentes regiões brasileiras e o seu valor nutricional:
Utilizações por região:
Estado
Tipo de feijão
Preparação
Bahia
Feijão fradinho
Acarajé
Feijão com arroz
Ceará
Feijão de corda
Baião-de-dois
Feijão com arroz
Rio de Janeiro
Feijão Preto
Feijoada
Feijão preto com arroz
São Paulo
Feijão carioca ou mulatinho
Virado à Paulista
Feijão com arroz
Feijoada
São Paulo
Feijão azuki
Doces e feijoada vegetariana (colônia japonesa)
Minas Gerais
Feijão preto
Tutu a mineira
Feijão com arroz
Minas Gerais
Feijão Jalo
Feijão tropeiro
Paraná
Feijão cavalo
Salada de feijão cavalo
Feijão com arroz
Santa Catarina
Feijão branco
Cozido com joelho de porco
Feijão com arroz
Pará
Feijão fradão
Feijão fradão com vinagrete,  farofa, arroz e peixe no espeto.
Feijão com arroz
Pantanal
Feijão rosinha
Feijão a moda do Pantanal

Composição nutricional do feijão (por 100g):

Feijão – preto
Feijão-carioca
Calorias
77 cal
76 cal
Proteínas
4,5 g
4,8 g
Lipídeos
0,5 g
0,5 g
Colesterol
0,0 mg
0,0 mg
Carboidrato
14 g
13,6 g
Fibra
8,4 g
8,5 g
Cálcio
29 mg
27 mg
Ferro
1,5 mg
1,3 mg
Potássio
256 mg
255 mg

Fonte: TACO- Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos / Beleza,saúde e moda com styllo


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Biquínis Victoria's Secret verão 2013

Biquínis Victoria's Secret verão 2013

Simplesmente fantásticos os modelos de biquínis da Victoria's Secret para o verão 2013. Difícil dizer qual gostei mais!! A super modelo da campanha é Candice Swanepoel. Linda!

                                               

                                                  
























Fonte : Attuall moda / Beleza,saúde e moda com styllo

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Sapatos Confortflex inverno 2013 Já se foi o tempo em que os sapatos hiper confortáveis e que a princípio eram destinados a pessoas com problemas nos pés como "pés do diabético", joanetes, ou problemas no formato dos pés. Essas pessoas encontravam nas marcas de sapatos especializados nesse tipo de pé não tinham muita variedade de modelos. Aliás, bem no início de sua fabricação eles eram, inclusive, um tanto quanto feinhos, sendo bastante sincera. Mas, atualmente, esses calçados que incluem tênis, sapatos fechados, sandálias e botas; estão ficando mais bonitos a cada nova estação. Um exemplo são os sapatos da Confortflex que aliam conforto e beleza. Não acredita? Veja as imagens dos modelos Confortflex Moda inverno 2013!



Fonte : Fonte : Ramarim - Sonia Calçados / Beleza,saúde e moda com styllo

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Como combater os sintomas da TPM


Como combater os sintomas da TPM

Entre os principais sintomas da TPM estão uma maior irritabilidade, cansaço, dores de cabeça, inchaço, sensibilidade nos seios, ansiedade e depressão, de leve a moderada. A maioria das mulheres que sofrem de sintomas intensos de TPM precisam de acompanhamento para descobrir a causa do problema e poderem, assim, saber como combater os sintomas da TPM.

A principal causa seria hormonal, já que neste período do mês, o corpo se prepara para a menstruação, e há um aumento no nível de estrogênio ou queda da progesterona. Mas há várias outras causas, inclusive psicológicas, que podem influenciar a TPM.


1. Alimente-se bem e beba muitos líquidos. Apesar de nesta fase o corpo reter muito líquido, o que causa inchaço e outros sintomas, manter-se bem hidratada é fundamental. Chás ajudam muito, assim como sucos de frutas e folhas verdes, ricas em ferro. Consuma com alimentos que contenham muita vitamina C, como a acerola, laranja e limão, pois a vitamina C ajuda o corpo a absorver o ferro.

2. Tabela menstrual. Um hábito simples mas muito eficaz para ajudar com os sintomas da TPM é ter uma tabela menstrual em que você anote os dias de sua menstruação e outras fases do seu ciclo, todos os meses.

Esta tabela vai lhe ajudar a conhecer melhor seu ciclo e a compreender as mudanças pelas quais seu corpo passa todos os meses. Também te ajuda a se preparar: marque a semana pré-menstrual e evite marcar compromissos importantes nesta época e também nos dias de sangramento. Também evite tratamentos que envolvam algum nível de dor, como depilação com cera e tratamentos dentários, ou exercícios físicos intensos, como corrida. Nesta fase, o corpo está muito sensível e quer mais é descanso.

3. Consuma refeições mornas e evite gelados. A temperatura interna do corpo pode mudar quando consumimos muitos alimentos gelados. Pelo menos nesta fase, prefira alimentos mornos a quentes (mas não muito!), que ajudam o fluxo dos fluidos corporais.

4. Reserve um tempo para você. O dia a dia agitado que muitas de nós enfrentamos só faz piorar os sintomas de TPM. Na semana que antecede a menstruação e na semana da menstruação, nosso corpo pede descanso. Na medida do possível, reserve este período para diminuir o ritmo, dormir mais e relaxar a mente.

5. Exercícios leves ajudam. Algumas posturas de yoga, tai chi, caminhadas leves na natureza e outras atividades físicas que não exijam muito do corpo também ajudam nesta época.

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Se os sintomas da TPM estiverem muito intensos, é necessário se consultar com um profissional de saúde. O ideal é ir ao ginecologista e ele poderá inclusive que você vá a um psiquiatra para tratar os sintomas como depressão.
Fonte : saúde da mulher / Beleza,saúde e moda com styllo

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