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Macarrão engorda?

Conheça os benefícios da massa para saúde e aposte na macarronada

Macarrão engorda
Para as mulheres que acham que só de olhar para o prato de macarrão já irão engordar, saiba que diferente do que pensam, as massas não são as grandes vilãs das dietas de emagrecimento ou da alimentação saudável. Tudo isso é puro mito. De acordo com a nutricionista Vanderli Marchio comer macarrão em porções adequadas combinado com legumes e verduras não contribui para o ganho de peso.

É importante ressaltar que as dietas mais eficientes em promover a redução de peso se baseiam em proporções variáveis e adequadas de carboidratos, gorduras e proteínas. Todos esses três macros nutrientes em equilíbrio são essenciais para uma dieta individualizada, que pode ser seguida ao longo da vida. Além disso, dietas muito pobres em carboidratos podem não ser seguras a longo prazo. O carboidrato é a principal fonte de glicose, fonte de energia para o cérebro, hemoglobinas, sistema nervoso central e outras funções corporais.
"O ganho de peso é decorrente do excesso de calorias que comemos, sendo assim, não importa de onde as calorias extras vêm. Se você ingerir mais calorias do que gasta vai engordar", afirma a profissional. Ou seja, o responsável pelo aumento de peso é o excesso de calorias e não somente os carboidratos.
Apreciadas em várias culturas no mundo todo, uma vez que são versáteis e facilmente adaptáveis a ingredientes regionais ou sazonais, muitas vezes as massas acabam banidas do cardápio por serem consideradas ‘inimigas número um das balanças’, o que não é verdade. Segundo conclusões do Congresso Científico sobre a Saudabilidade do Macarrão, a refeição saudável com massas alimentícias é um componente-chave de muitos padrões alimentares saudáveis em todo o mundo. Exemplo disso é a dieta dos países Mediterrâneos, que combina frutas, legumes, massas e outros tipos de cereais, gorduras saudáveis como o azeite de oliva, peixes e aves em quantidade balanceada.
Ainda segundo informações do Conselho Científico, o macarrão possui níveis glicêmicos baixos, o que proporciona ao organismo uma maior sensação de saciedade, enquanto a baixa velocidade de absorção da glicose no sangue colabora na prevenção de doenças crônicas como obesidade, diabete, doenças cardíacas coronárias e alguns cânceres.
Sempre fica na dúvida se deve ou não optar por aquele prato de macarronada? Conheça agora alguns mitos e verdades sobre o macarrão e inclua-o no seu cardápio.
Diabético não pode comer arroz e macarrão?
Mito - A verdade é que você pode consumi-los, desde que estejam dentro da sua cota de carboidrato por refeição. Num momento em que a obesidade e diabetes aumentam em todo o mundo, as refeições com massas alimentícias e outros alimentos de baixo índice glicêmico podem ajudar a controlar a glicemia e o peso corporal, especialmente em indivíduos com sobrepeso ou obesidade. O índice glicêmico é um dos vários fatores que influenciam a saudabilidade dos alimentos.
Macarrão engorda e deve ser banido do cardápio.
Mito - O ganho de peso não é causado por um alimento em particular. O macarrão quando consumido em porções adequadas e combinado com legumes, verduras e outros alimentos pouco calóricos não contribui para o ganho de peso. Ademais, o macarrão pode ser um aliado para quem faz dieta alimentar associada a prática de exercícios, mas cuidado com as calorias do molho. Pesquisas científicas apoiam cada vez mais a importância da dieta como um todo ao invés de alimentos ou nutrientes consumidos individualmente. Muitos ensaios clínicos confirmam que é o excesso de calorias, e não de carboidratos, o responsável pela obesidade. As dietas com sucesso em promover a redução de peso baseiam-se em proporções variáveis, adequadas e saudáveis de carboidratos, gorduras e proteínas. Todos estes três macronutrientes em equilíbrio são essenciais para uma dieta in dividualizada e que pode ser seguida ao longo da vida. Além disso, dietas muito pobres em carboidratos podem não ser seguras a longo prazo.
Comer macarrão desacelera o metabolismo?
Verdade - O macarrão é um alimento fonte de carboidrato e seu consumo adequado mantém o metabolismo funcionando adequadamente. Os carboidratos são a principal fonte de glicose para o corpo, sendo esta o principal combustível (ou fonte de energia) para o cérebro, células vermelhas sanguíneas (hemoglobinas), sistema nervoso central e outras funções corporais. Além disso, as refeições saudáveis com massas alimentícias são um componente chave de muitos padrões alimentares saudáveis em todo o mundo, como a Dieta Mediterrânea, já comprovada cientificamente. Os padrões alimentares tradicionais conferem mais benefícios para a saúde do que os atuais padrões ocidentais.
Dieta só de proteína ou só de carboidratos é o segredo para mudar o corpo.
Mito - Dietas exclusivas, ou só de carboidratos presentes no pão ou só de proteínas (presentes na carne), oferecem maior risco de contrair doenças. As refeições saudáveis com massas alimentícias são uma deliciosa maneira de se incluir ou aumentar o consumo de vegetais, leguminosas e outros alimentos considerados saudáveis e que não são consumidos em quantidades e ou frequência suficiente. Além disso, as massas alimentícias constituem uma alternativa saudável e econômica em quase todas as sociedades. Promover a acessibilidade e o baixo custo das massas alimentícias pode ajudar a combater o preconceito de que alimentos saudáveis são demasiadamente caros.
Por Paula Perdiz
Fonte : cyber diet / Beleza,saúde e moda com styllo

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Alimentação sem carboidrato é a melhor saída?

Alimentação sem carboidrato
Você com certeza já ouviu falar ou mesmo já experimentou a dieta das proteínas, certo? É tentador para quem quer emagrecer saber que existe a possibilidade de emagrecer rápido, podendo comer carnes, leite e derivados, ovos, bacon e outros alimentos ricos em proteínas e gorduras. Sendo o único sacrifício, deixar de comer o carboidrato.
Quantos não pensaram assim: Ah, será apenas por um tempo!
Realmente é possível ter o resultado desejado, pois o carboidrato é primeira fonte de energia utilizada para o corpo, excluindo ou diminuindo o consumo desse nutriente, o organismo passa a utilizar a proteína e a gordura como energia, alterando o metabolismo dos carboidratos.
Mas isso pode trazer muitos prejuízos a saúde. Consumir uma grande quantidade de proteína pode comprometer os rins, já o consumo excessivo de gorduras, pode elevar os níveis de colesterol e triglicérides no sangue, que leva a um maior risco de doenças cardiovasculares.
E se ainda não houver o consumo de legumes, verduras e frutas poderá acarretar a deficiência desses nutrientes, ocasionando outros prejuízos.
Para que o organismo trabalhe corretamente é preciso ter uma alimentação balanceada, com qualidade e na quantidade adequada. Restringir ou excluir o carboidrato significa comer de forma desiquilibrada.
Sem contar que o cérebro precisa do carboidrato diariamente, então pode comprometer a integridade do sistema nervoso central também. Além disso, é comum ouvir de pessoas que já experimentaram esse tipo de dieta notarem alterações de humor, impaciência, irritabilidade e outras sensações desagradáveis.
Quanto a consumir os carboidratos até ás 18:00 horas, é importante que se faça o jantar de forma balanceada, já que é uma das refeições principais, por isso o carboidrato deve fazer parte. O segredo é saber a quantidade certa de consumir e fazer opções de fontes saudáveis, exemplos : arroz ou pães integrais, aveia, batata, etc.
Por estes motivos apresentados, pense bem antes de fazer qualquer dieta, analise se ela é benéfica a curto, médio e longo prazo e se o seu resultado será bom para sua estética e saúde. Talvez perceberá que não é a melhor saída tirar o carboidrato.
Por:
Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos CRN-3 14.113
Fonte : cyber Diet / Beleza,saúde e moda com styllo

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Chia, óleo de coco, vinagre de maçã ajudam mesmo a emagrecer?

Saiba como cada um pode colaborar na eliminação de peso

Alimentos para emagrecer
De tempos em tempos surgem comentários sobre novos alimentos que ajudam a eliminar os quilinhos a mais. Mas será que eles têm mesmo esse poder? E qual o "componente milagroso" deles? Clique aqui para saber quanto você precisa emagrecer e comece agora mesmo sua reeducação alimentar!
Nessa matéria vamos falar um pouco sobre alguns desses "super alimentos":
Vinagre de maçã: os benefícios que parecem existir no consumo de vinagre de maçã se devem ao ácido acético presente nele.
PEspecialistas sugerem que esse ácido ajuda aacelerar o metabolismo e a diminuir a velocidade que o alimento passa do estômago para o intestino, aumentando a sensação de saciedade.
A recomendação é diluir uma colher de sobremesa desse vinagre em um pouco de água e tomar antes do almoço e do jantar. Mas não ultrapasse 3 colheres diárias, pois o excesso pode agredir a mucosa do seu estômago.
Semente de chia: a semente de chia é rica em fibras que auxiliam para o bom funcionamento do intestino e também a aumentar a saciedade. Ambos "efeitos" aliados de quem desejaeliminar peso.
Não existe uma recomendação exata do consumo de semente de chia, mas 2 colheres de sopa por dia é uma boa quantidade.
Gengibre: o gengibre é considerado um alimento termogênico, que são aqueles que quando passam pelo processo de digestão geram um gasto maior de energia e por isso aceleram o metabolismo, de certa forma contribuindo com o emagrecimento.
Você pode mastigar um pedacinho por dia ou preparar um chá ou ainda incluir em sucos.
Óleo de coco: algumas pesquisas publicadas recentemente sugerem que o consumo de óleo de coco auxilie no processo de emagrecimento, devido a sua capacidade de queimar calorias.
Mas vale lembrar que os benefícios são encontrados somente no óleo de coco virgem. E cuidado com a quantidade também é importante, pois uma colher de sopa de óleo de coco fornece aproximadamente 110 calorias.
Se você acrescentar 3 colheres de sopa de óleo de coco ao seu cardápio, estará consumindo 330 calorias a mais e isso pode ter o efeito inverso ao que espera, com relação ao emagrecimento.
O que pode-se fazer, caso queira mesmo consumí-lo, é substituir o azeite do tempero da salada pelo óleo de coco.
Chá verde: até hoje o chá verde é indicado e consumido por muitas pessoas que desejam eliminar peso e ele pode mesmo ser um aliado.
Ele também é considerado um alimento termogênico, assim como o gengibre, e ajuda a acelerar o metabolismo. Comece com uma xícara de chá de cinco a dez minutos antes das refeições.
Vale lembrar que alguns desses benefícios ainda não tem comprovação científica e que essesalimentos são apenas aliados. Uma alimentação saudável, balanceada e a prática regular de atividade física são essenciais para que tenha bons resultados no emagrecimento.
Por:
Camila Rebouças de Castro
Nutricionista - CRN-3 14.112

Fonte : cyber Diet / Beleza,saúde e moda com styllo

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Faça dele um aliado na hora de emagrecer

Óleo de Coco
Uma das substâncias mais comentadas nas rodinhas de conversa de quem deseja emagrecer, oóleo de coco caiu nas graças dos pesquisadores e vêm conquistando cada vez mais curiosos. Pesquisas recentes comprovaram que o óleo de coco virgem é capaz de queimar calorias, auxiliando no emagrecimento e principalmente na perda da gordura abdominal.

Mas, será que o óleo é tão poderoso assim?
De acordo com a nutricionista Roberta Silva, oóleo de coco não serve apenas como ‘queimador de gordura’, ele também traz benefícios incríveis à saúde, uma vez que diminui os triglicérides e o mau colesterol (LDL), aumenta o bom colesterol (HDL), além de auxiliar no bom funcionamento do sistema imune, já que possui propriedades anti-inflamatórias.
No entanto, não é porque uma coisa faz bem que eu devo consumi-la desenfreadamente, não é mesmo? Para quem deseja emagrecer, a nutricionista explica que apesar dos estudos afirmarem que a quantidade ideal para o consumo diário seja de até 3 colheres de sopa é importante ter cuidado, pois se você exceder o número de calorias que está acostumado isso poderá prejudicar o processo de emagrecimento. "O ideal seria ter um plano de calorias que vise o emagrecimento e, dentro desse plano, incluir o óleo de coco. Por isso, o mais indicado antes de incluir o óleo de coco na sua dieta é procurar um profissional para ele orientar a melhor forma de consumi-lo", afirma Roberta.
Para quem quer apostar no produto para ajudar na perda dos quilinhos extras é importante lembrar que os benefícios do produto estão no óleo de coco virgem. "Os mais indicados são o de origem orgânica e extraídos a frio, os conhecidos como virgens ou extra-virgens", ensina a nutricionista que ressalta que o óleo deve ser um aliado no emagrecimento e não a solução de todos os problemas.
Embora possa ser consumido junto a outros alimentos, não é recomendado esquentar o óleo, pois quando aquecido ele perde um pouco das propriedades, além de mudar sua estrutura. Ainda segundo Roberta, uma colher de sopa do óleo tem 110 kcal, em média, mas pode variar conforme a marca. Por isso é sempre bom ler o rótulo atentamente antes do consumo.
Acha que para perder peso toda a ajuda é válida e quer experimentar o óleo de coco? A nutricionista dá a dica: "Introduza o óleo de coco aos poucos na sua alimentação, sempre utilizando a opção extra-virgem e, de preferência consuma-o frio mesmo. Para quem não sabe como incorporar óleo no cardápio diário, experimente temperar as saladas e verduras ou refogar os legumes, por exemplo. Agora, se o seu objetivo é emagrecer comece a ter uma alimentação equilibrada, além de praticar exercícios regularmente".
Por Paula Perdiz
Fonte : cyber Diet / Beleza,saúde e moda com styllo

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Vitamina C: quanto maior o consumo, melhor?



Vitamina C quanto maior o consumo melhor
Amplamente presente nas frutas e hortaliças, a vitamina C é um dos nutrientes mais populares, podendo ser encontrada em produtos industrializados enriquecidos tais como, sucos de frutas, pastilhas, balas e cereais matinais.
Essa fama deve-se aos inúmeros benefícios que esse nutriente proporciona ao organismo, como:
  • Estimulação do sistema imunológico, promovendo uma maior resistência às infecções;
  • Aumento da absorção de "ferro não-heme" (ferro proveniente de alimentos de origem vegetal como, por exemplo, feijão, espinafre e lentilha);
  • Auxílio no processo de cicatrização de feridas, sangramentos de gengivas e pequenos cortes;
  • Atuação como antioxidante, neutralizando a ação dos radicais livres que desencadeiam o processo de envelhecimento precoce, além de aumentarem o risco para desenvolvimento de câncer e doenças do coração.



Com tantas vantagens, podemos imaginar que quanto maior o seu consumo, melhor será para o nosso corpo, certo? Errado! Por ser uma substância hidrossolúvel (solúvel em água), o excesso é excretado através da urina.
A vitamina C está presente em grande quantidade nos mais variados alimentos podendo ser facilmente atingida a sua recomendação. Assim, não é indicado o uso de suplementos que, em geral, contém mais de 10 vezes a recomendação diária da vitamina, ou seja, cerca de 1.000 mg ou 1 g em cada pastilha ou tablete.
Recomendações Nutricionais
A quantidade média necessária de vitamina C para homens e mulheres, a partir dos 15 anos, é de 60 miligramas (mg) diárias. No entanto, especialistas do Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos (National Research Council) estão revisando essa quantia com objetivo de aumentá-la: o novo valor, em estudo, poderá variar de 100 mg até, no máximo, 200 mg por dia para pessoas na faixa etária citada.
Se a nova recomendação for aprovada, essa cota poderá ser facilmente atingida consumindo-se, em média, 1 goiaba ou 2 laranjas-pêra por dia.
No caso dos fumantes, recomenda-se que o consumo seja de, no mínimo, 100 miligramas, diariamente.
Fontes de vitamina C
Por ser muito sensível, ela é facilmente destruída tanto pelo calor (durante o cozimento dos alimentos) quanto pelo oxigênio (ar) e luz.
As suas melhores fontes são as frutas, as verduras e os legumes crus. Dessa maneira, quando for cozinhar esses alimentos, prepare-os no menor tempo possível, utilizando pouca água e servidos logo após o preparo.
Não se deve cortar ou picar esses alimentos se eles não forem consumidos imediatamente pois, o oxigênio presente no ar tem o poder de oxidar a vitamina C, destruindo-a. Portanto, guardar suco de laranja ou limonada por muito tempo na geladeira não preserva a quantidade inicial da vitamina.
Algumas pessoas têm o hábito de adicionar ao cozimento de vegetais uma pitada de bicarbonato de sódio com a finalidade de melhorar sua coloração. Essa atitude não é indicada, pois o bicarbonato colabora para a perda de vitamina C.
O quadro abaixo apresenta a quantidade de vitamina C de alguns alimentos.
Seguir uma alimentação balanceada e rica em frutas e hortaliças é a melhor (e mais barata) forma de obtermos os benefícios não só da "famosa" vitamina, mas também, de outros nutrientes tão importantes quanto ela para a manutenção de nossa saúde.
Fonte ; cyber Diet / Beleza,saúde e moda com styllo

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Vitaminas: conheça mais sobre elas

As vitaminas são micronutrientes necessários ao organismo. Geralmente, não podem ser produzidas pelo nosso organismo, por isso devem estar presentes diariamente na nossa alimentação.
São divididas em dois grupos: as lipossolúveis e as hidrossolúveis.
Vitaminas Lipossolúveis
Necessitam do auxílio das gorduras para serem absorvidas. São elas:
Vitamina A: atua sobre a pele, a retina dos olhos e as mucosas; aumenta a resistência aos agentes infecciosos.
Carência: problemas de pele; atraso no crescimento; perda de peso; perturbações na vista.
Fontes: manteiga, leite, gema de ovo, fígado, espinafre, chicória, tomate, mamão, batata, cará, abóbora.
Vitamina D: fixa o cálcio e o fósforo em dentes e ossos e é muito importante para crianças, gestantes e mães que amamentam.
Carência: raquitismo; cáries; descalcificação.
Fontes: óleo de fígado de peixes, leite, manteiga, gema de ovo, raio de sol.
Vitamina E: antioxidante; favorece o metabolismo muscular e auxilia a fertilidade.
Carência: Kwashiorkor (desnutrição grave com edema e despigmentação da pele e cabelo)
Fonte: germe de trigo, nozes, carnes, amendoim, óleo, gema de ovo.
Vitamina K: essencial para que o organismo produza protrombina, uma substância indispensável para a coagulação do sangue.
Carência: aumento no tempo de coagulação do sangue; hemorragia.
Fonte: fígado, verdura, ovo.
Vitaminas Hidrossolúveis
Possuem grande perda por vias como: suor, saliva, urina, fezes. Necessitam de reposição diariamente. São elas:
B1 ou tiamina: auxilia no metabolismo dos carboidratos; favorece a absorção de oxigênio pelo cérebro; equilibra o sistema nervoso e assegura o crescimento normal.
Carência: perda de peso; nervosismo; fraqueza muscular; distúrbios cardiovasculares.
Fontes: carne de porco, cereais integrais, nozes, lentilha, soja, gema de ovos.
B2 ou riboflavina: conserva os tecidos, principalmente os do globo ocular.
Carência: dermatite seborréica; lesões nas mucosas, principalmente nos lábios e narinas; fotofobia.
Fontes: fígado, rim, lêvedo de cerveja, espinafre, berinjela.
B6 ou piridoxina: permite a assimilação das proteínas e das gorduras.
Carência: dermatite; inflamação da pele e das mucosas.
Fontes: carnes de boi e porco, fígado, cereais integrais, batata, banana.
B12 ou cobalamina: colabora na formação dos glóbulos vermelhos e na síntese do ácido nucléico.
Carência: anemia; irritabilidade; distúrbios gástricos; depressão nervosa.
Fontes: fígado e rim de boi, ostra, ovo, peixe, aveia.
C ou ácido ascórbico: conserva os vasos sanguíneos e os tecidos, ajuda na absorção do ferro; aumenta a resistência a infecções; favorece a cicatrização e o crescimento normal dos ossos.
Carência: Escorbuto; problemas nas gengivas e na pele.
Fontes: limão, laranja, abacaxi, mamão, goiaba, caju, alface, agrião, tomate, cenoura, pimentão, nabo, espinafre.
Ácido fólico: atua na formação dos glóbulos vermelhos.
Carência: anemia; alteração na medula óssea; distúrbios intestinais; lesões nas mucosas.
Fontes: carnes, fígado, leguminosas, vegetais de folhas escuras, banana, melão.
Niacina ou ácido nicotínico: possibilita o metabolismo das gorduras e carboidratos.
Carência: Pelagra (aumento no crescimento da língua).
Fontes: levedo, fígado, rim, coração, ovo, cereais integrais.
Ácido pantotênico: auxilia o metabolismo em geral.
Carência: fadiga; fraqueza muscular; perturbações nervosas; anorexia; diminuição da pressão sanguínea.
Fontes: fígado, rim, gema de ovo, carnes, brócolis, trigo integral, batata.
Ácido paraminobenzóico: estimula o crescimento dos cabelos.
Carência: Irritabilidade, falta de memória e apatia.
Fontes: carnes, fígado, leguminosas, vegetais de folhas escuras./ Beleza,saúde e moda com styllo

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O que são Probióticos e Prebióticos?

Os nomes são estranhos, mas, acredite, eles são parceiros indispensáveis para quem quer ter uma saúde de ferro!
Dentro da Ciência da Nutrição, sempre há novidades sobre a alimentação. Felizmente, cada vez mais se descobrem alimentos que desempenham funções benéficas ao organismo humano, como prevenção de doenças, proteção de órgãos e tecidos, manutenção das reações básicas, entre outros.Esses alimentos são chamados alimentos funcionais.
De acordo com a ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária - propriedade funcional é aquela relativa ao papel metabólico ou fisiológico que o nutriente ou não nutriente tem no crescimento, desenvolvimento, manutenção e outras funções normais do organismo humano.
Os alimentos prebióticos são alguns tipos de fibras alimentares, ou seja, carboidratos não digeríveis pelo nosso corpo. Isto é, possuem uma configuração molecular que os torna resistentes à ação de enzimas. Esse tipo de fibra possui as seguintes funções:
  • Ajuda na manutenção da flora intestinal;
  • Estimula a motilidade intestinal (trânsito intestinal);
  • Contribui com a consistência normal das fezes, prevenindo assim a diarréia e a constipação intestinal por alterarem a microflora colônica por uma microflora saudável;
  • Colabora para que somente seja absorvido pelo intestino as substâncias necessárias eliminando assim o excesso de glicose (açúcar) e colesterol, favorecendo, então a diminuição do colesterol e triglicérides totais no sangue;
  • Possui efeito bifidogênico, isto é, estimulam o crescimento das bifidobactérias. Essas bactérias suprimem a atividade de outras bactérias que são putrefativas, que podem formar substâncias tóxicas.
  • Exemplos de prebióticos são: frutoologosacarídeos (FOS) e a inulina. Os FOS são obtidos a partir da hidrólise da inulina. Os frutooligosacarídeos estão presentes em alimentos de origem vegetal, como cebola, alho, tomate, banana, cevada, aveia, trigo, mel e cerveja. A inulina é um polímero de glicose extraído principalmente da raiz da chicória. Ela se encontra também em alho, cebola, aspargos e alcachofra. A inulina extraída da chicória é produzida comercialmente e pode ser consumida por diabéticos como substituto do açúcar por conter de 1 a 2 kcal/g.
    Os probióticos são outro tipo de alimentos considerados funcionais. São microorganismos que, quando ingeridos, exercem efeitos benéficos para a saúde. Esses organismos são adicionados aos alimentos, como os leites fermentados, por exemplo.
    As mais conhecidas bactérias que exercem essa função são as Bifidobacterium e Lactobacillus, em especial Lactobacillus acidophillus. Elas agem produzindo compostos como as citoquinas e o ácido butírico que são antimicrobianos e antibacterianos, ou seja, favorecem a presença de bactérias benéficas ao organismo e diminuem a concentração de bactérias e microorganismos indesejáveis. Outra maneira de proteger a mucosa intestinal é metabolizar as fibras presentes e transformá-las em ácidos.
    Dessa forma, no meio ácido há uma diminuição na concentração de bactérias patogênicas e putrefativas, que provocam doenças e gases. Outras funções:
  • Os probióticos aumentam de maneira significativa o valor nutritivo e terapêutico dos alimentos porque há um aumento dos níveis de vitaminas do complexo B e aminoácidos. Absorção acrescida de cálcio e ferro;
  • Fortalecimento do sistema imunológico, através de uma maior produção de células protetoras e,
  • Particular importância para os indivíduos com intolerância à lactose, devido ao aumento de uma enzima que facilita a digestão da lactose.
  • A manutenção do equilíbrio da flora intestinal é muito importante para o nosso organismo. Dessa maneira, a alimentação assume papel influente através da ingestão de alimentos que proporcionem o desenvolvimento no intestino de bactérias saudáveis.
    Os prebióticos e probióticos têm esta função e o consumo destes alimentos deve ser estimulado. No entanto, é importante saber que uma vida saudável está relacionada não somente com os alimentos que são ingeridos, mas também com o estilo de vida, a hereditariedade, influência do meio ambiente e atividade física. Assim, é fundamental perceber que uma boa saúde não depende somente de alimentos funcionais e sim de vários fatores que juntos proporcionam uma vida saudável.  
    Fonte : cyber Diet / Beleza,saúde e moda com styllo

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